moda pra ler


o chinelo alegre
Maio 27, 2008, 2:04 pm
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Na Nylon de maio tem uma matéria bem bonitinha sobre as Havaianas.

A editora de acessórios da revista Michelle Reneau veio visitar a fábrica das sandálias aqui em São Paulo. Esse tipo de matéria geralmente quem faz é a editora de moda Dani Rahl.
Então, a forma que a Dani encontrou para participar da experiência foi fazer da reportagem uma entrevista descontraída com a colega viajante. Tá na página 68.

Reparem no trocadinho das palavras “flippin´out” que significa animar-se com “flip-flop” que é chinelo.

A fábrica da Havaianas é pouquíssimo divulgada e a entrevistada teve o privilégio de vivenciar o início do processo e jogar a massa de borracha em um forno gigante. Ela compara a ação com “assar cookies“. Depois revela que ao longo da fabricação “ingredientes” são adicionados. Michelle não pôde efetivamente montar um par de Havaianas, mas deu uma olhada no processo todo.

Uma das impressões da visitante foi a complexidade da indústria que emprega 7 mil pessoas, produz 600 mil pares por dia, distribuídos para 80 países. Em uma de suas respostas ela encanta-se com a missão da empresa fabricante (no caso a Alpargatas) que se diz orgulhosa por oferecer a mesma qualidade de produto a preços variados alcançando todas as classes sociais.

A entrevistadora confessa que teve seu par de Havaianas com a bandeira do Brasil antes de virar febre, e de repente viu que estava todo mundo usando. E termina dizendo – “Me parece um país de pés felizes”.

A publicidade das Havaianas no exterior vai bem nessa onda. O slogan fora das fronteiras do Brasil é “pés também sonham”. Olha aí alguns exemplos.

Há também gringos que são apaixonados pelas Havaianas e fazem vídeos estranhos. Separei três.


Pés sensuais


Amante dos chinelos fez um comercial.


Ao som de reggae, a filmagem da coleção de Havaianas da esposa de um cidadão cujo perfil aponta morar na Coréia do Sul.