moda pra ler


moda pra linkar 3
Abril 30, 2008, 5:26 am
Arquivado em: Sem-categoria

As campanhas publicitárias da moda, como falei por aqui, são tão inspiradoras quanto os editoriais. E o site Jozworld reuniu algumas dessas belas imagens-refência. Reuniu, no passado. A idéia excelente parou em 2006, infelizmente. Porém, como a moda sempre se revisita é sempre bom ter uma boa fonte de consulta por perto.

Ficar fuçando nas fotos é uma bela sugestão para um feriado preguiçoso. Vicia. Aqui separei algumas das imagens que pesquei por lá. Lembrar e Viver.

Maggie Gyllenhaal no outono inverno 2004 da Miu Miu fotografada por Terry Richardson

Madonna na primavera/verão 2005Versace clicada por Mario Testino (Deusa!!)

Dita Von Teese and Marilyn Manson, na primavera/verão 2005, então um casal, nas lentes do inglês Perou

Ilustração do artista argentino Ricardo Mosner para a Lanvin: fino

Primavera/Verão 2005, a “nossa” Sarah Jessica Parker, linda e loira para GAP sob o olhar de Michael Thompson.

Luxo boêmio de Drew Barrymore para Missoni por Mert Atlas & Marcus Pigott

A mulher do Johnny Deep, também conhecida como a cantora Vanessa Paradis para a coleção Cruise 2004 - clicada por Karl Lagerfeld


Outono/Inverno 2005 com Daria Werbowy também pelo kaiser da Chanel.

Ah! No espaço reservado à Chanel note a decepção gradual do autor ao constatar que todas das campanhas grife foram clicadas por Karl Lagerfeld.

Gucci Primavera/Verão 2005 com Natasha Poly , Joao Vellutini and Javier de Miguel
super sexy, típico de Mario Testino

Dsquared2 Outono/Inverno2006 com Eugen Bauder, Joshua Walter, Matt Benstead na imagem de Mikael Jansson

Eugenio Recuenco aprisionou a brasileira Cintia Dicker no inverno 2005 da Custo Barcelona

Marc Jacobs! Amo esse ar nouvelle vague de suas campanhas. Todas clicadas por Jurgen Teller, que aliás, aparece num auto retrato para o verão de 2004. Nas outras Meg White, do White Stripes em versão lúdica e nerd na primavera/verão 2006. Estão menores porque MJ curte molduras brancas.



moda pra linkar 2
Abril 30, 2008, 5:20 am
Arquivado em: Japão, links

Estou pleiteando o Pablo para correspondente do Moda pra Ler em Tóquio. Enquanto isso não acontece, vocês podem conferir o ótimo blog inaugurado há pouco, em que ele conta as novidades da cultura pop japonesa.



moda pra linkar
Abril 30, 2008, 5:17 am
Arquivado em: Madonna, links

Chega essa semana às lojas brasileiras o novo álbum da Madonna: Hard Candy. O décimo primeiro da musa.

Ela faz 50 anos em agosto (nem parece né?). O Moda pra Ler antecipa as comemorações. O novo álbum tem direção de arte do brasileiro Giovanni Bianco(com quem a cantora já trabalhou em Confessions on a Dance Floor). No novo álbum ela incorpora a boxeadora.

A descoberta da semana foi o site do Fã Clube “Madonna Insane”. Tem um acervo impressionante sobre a cantora. (todas as imagens reproduzidas aqui tirei de lá).

O que mais impressiona é a parte dedicadas as turnês. Para os amantes da moda tem croquis dos figurinos que a diva usou com todas aquelas marcas estreladas que amamos e que ela veste primeiro que todo mundo.

O corselet de Christian Lacroix para Re-Invention Tour
O perfume country do clipe “Don´t tell me” do álbum Music pela Dsquared na Drowned Tour
Retomada da parceria com Gaultier em Confessions Tour
The Girlie Show por Dolce & Gabanna

E aqui o novo clipe “4 minutes to Save The Planet”



a magia da Maria Garcia
Abril 25, 2008, 12:36 pm
Arquivado em: Jornalismo de Moda, autoreferencia, cinema, novas marcas

Olhei o look book da Maria Garcia essa semana.

A marca jovem da Huis Clos apresentou seu primeiro desfile há pouco mais de um mês no Shopping Iguatemi. E deve ser uma das marcas estreantes no São Paulo Fashion Week.

Depois da Amapô , a Maria Garcia foi outra grife que mudou de opinião. Na matéria que escrevi para Revista Moda da Folha no começo de 2007, Camila Cutolo, diretora de criação da grife, dizia que não pretendia desfilar no SPFW, mas agora vai encarar o SPFW. A grife cresceu, nada melhor que projetar a marca no maior evento de moda da América Latina.


Voltando ao look book. A coleção inspirada na Margot Tenenbaum (personagem de Gwyneth Paltrow no filme “Os Excêntricos Tenenbaums” do diretor Wes Anderson) é lindinha. O Jorge fez uma crítica bem otimista no Chic.

A capa do look book (acima) é uma referência ao livro que apresenta a história no filme de Wes Anderson. E a primeira página traz uma ilustraçãozinha que remete a personagem - fumando e assistindo televisão na banheira. Virou estampa de camiseta. Promete virar hit.

Termino o post com as aspas da pesquisadora Carol Garcia na mesma matéria citada acima: “É fundamental o criador saber o que ele quer do produto. A passarela é um pedaço do sonho. O estilista não pode decepcionar o consumidor. Tem que dar continuidade a esse mundo mágico na vida real”.


A Maria Garcia está no caminho certo. Vale uma visita demorada na página da internet. A empresa realmente está afinada. Site, catálogo, coleção, desfile - tudo em sintonia.

Ah! Para quem não viu o filme, as raquetinhas da homepage é uma referência a Richie Tenenbaum, vivido por Luke Wilson e jogador de tênis na trama.



+ Miyake
Abril 23, 2008, 7:47 pm
Arquivado em: Análise, Japão, ctrl+c ctrl+v
Crédito: Agustina Comas

Eu falei aí no post abaixo da pesquisa de cores in loco do Dai Fujiwara e achei no flickr da designer Agustina Comas uma foto que retrata exatamente o trecho do “varal de tecido” que citei.

Agus, como é conhecida, é uruguaia e trabalhou como assistente do Jum Nakao. Ela integrou a equipe do desfile “A Costura do Invisível” e participou da montagem da instalação da Issey Miyake aqui no Brasil. Lá no flickr você confere as fotos.

Ela também se aventura no mundo da moda. Em seu site está disponível para a venda o vestido Sierpinski feito com estampa e corte fractal.



mundo miyake
Abril 22, 2008, 4:59 am
Arquivado em: Análise, Japão, Jornalismo de Moda

Mais de semana se passou, mas a febre Japão não tem chance de acabar tão cedo. No dia 11 de abril, Dai Fujiwara, diretor de criação da Issey Miyake palestrou no auditório do Museu de Arte Modena de São Paulo.

Erico Marmiroli/ Divulgação

Laura Artigas/ Moda pra Ler

A palestra festejou a abertura da exposição “Quando Vidas se Tornam Forma: Diálogo com o Futuro - Brasil-Japão“, que fica em cartaz até o dia 22 de junho, no MAM - Parque Ibirapuera.

Convite Virtual da Exposição. Destaque para o vestido de saco de lixo criado por Jum Nakao.

A repercussão da palestra você confere em posts ótimos no blog do Sylvain e da Maria Prata. A editora de moda da Vogue, teve a oportunidade de almoçar com Fujiwara e explica de uma forma precisa o que é a A-POC - “A Piece of. Cloth“, a grosso modo -uma ideologia de costura criada por Miyake.

Videozinho de apresentação da grife em cartaz na exposição do MAM

A UOL também publicou uma matéria bem direta, destacando os polêmicos e pertinentes comentário de Jum Nakao que mediou a palestra.

Pela distância que separa esse post do evento prefiro deixar os comentários da palestra para os colegas de internet e reservar esse momento para explicar a importância de Issey Miyake para moda e porque Fujiwara é um ótimo sucessor para a grife.

© naohiro tsutsuguchi (geijutsu shincho)/ Design Boom

Issey Miyake completa 70 anos esse ano. Ele nasceu em Hiroshima (isso mesmo, a cidade onde caiu a bomba em 6 de agosto de 1945). Ainda bem, salvou-se da tragédia e pôde construir um legado e tanto para a moda mundial. Ele se formou em design em Tóquio e em seguida foi a Paris estudar costura. Estabeleceu sua marca em 1970 em Tóquio, e em 71 apresentou a primeira coleção de sua grife em Nova Iorque. E em 1973 migrou para a semana de moda parisiense. Atualmente continua nas passarelas francesas.

Apesar de começar sua carreira nos ano 1970, foi no anos 80 que a projeção foi maior. Miyake foi uma das pontas da tríade oriental que correu contra a corrente dos exageros e a sensualidade explícita da década. Os outros nomes fortes eram Rei Kawakubo da Comme des Garçons e Yohji Yamamoto.

Uma das principais diferenças entre a moda ocidental e oriental, segundo a pesquisadora Charlotte Seeling em seu livro: “Moda: o século dos estilistas - 1900-1999“, é o corte. O ocidental parte do corpo e o japonês parte do tecido” .

Pensar nas possibilidades do tecido no corpo e não do corpo no tecido causou frisson no mundo da moda nos anos 70, quando o culto à vaidade já era parte integrante da sociedade. Foi certamente uma revolução.

Partindo da máxima “o estilo parte da vida”, Miyake não deixou sua moda ficar somente no espetáculo da passarela e propôs peças práticas para o dia-a-dia. Sendo assim, nessa via de mão dupla vida-moda, Miyake sempre apostou em pesquisa de tecidos e desdobrou suas possibilidades. Seja em dobraduras, cortes, aplicações, beneficiamento e etc.

Vestido Minarete, feito de poliéster - Verão 1995 /Design Hub

Ele conseguiu implantar a moda com algo a dizer e integrada com a sociedade e de olho abertíssimo para as novas tecnologias. Sempre propondo o novo, é portanto, uma marca sempre esperada pela crítica nas temporadas inernacionais.

O passo a passo da A-POC. Revista Wired

Essa reportagem da revista Wired, publicada há 5 anos atrás, contextualiza bem a relação de Miyake com a tecnologia.

Miyake se aposentou em 1997, deixando o comando para seu assistente Naoki Takizawa. Dai Fujiwara assumiu a direção criativa em janeiro de 2007. Seu debut foi na coleção outono/inveno 2007/2008 em fevereiro de 2007 em Paris.


Naoki Takizawa Fashion Windows

Fujiwara está na Maison desde 1994. Entrou como diretor do projeto A-Poc. Ele é engenheiro têxtil e vem dando continuidade as idéias de Miyake.

Na palestra ele mostrou um vídeo sobre a pesquisa de cores feita in-loco na Amazônia. Uma das práticas dessa pesquisa consistia em montar varais com pedaços de tecidos e mergulhar nos rios da região.

Bastante preocupado com as questões mundiais, ele sempre leva à passarela questões tocantes a realidade socio-ambiental, como o aquecimento global.

Destaco o vestido de noiva criado para o projeto “It´s a beaultiful day - a wedding of today, tomorrow and design”, que já pincelei por aqui.

O vestido se torna um hexágono quando dobrado.




Sem mais delongas, acho que essas imagens explicam bem a importância de Issey Miyake e Dai Fujiwara na moda mundial, né?

Ah! Se você nunca tinha ouvido falar de Issey Miyake, talvez com esse vidro de perfume tudo fique mais familiar. L`Eau de Issey é um grande sucesso nos free shoppings do mundo.



momento clipping
Abril 22, 2008, 3:19 am
Arquivado em: Análise, Japão, Jornalismo de Moda, observações

Momento clipping. Depois da Revista Junior (que rendeu bafo e tudo mais - tudo no blog Fora de Moda do Oliveros) onde saí como pessoa jurídica, chegou a vez de sair como pessoa física na revista Gloss. Minha casinha foi a estrela da editoria “Patrulha da Decoração”. Quem fez a produção foi a Marinês Mencio. As imagens foram gentilmente escaneadas pela Fran




Fashion Marketing - parte 3
Abril 15, 2008, 4:26 am
Arquivado em: Jornalismo de Moda, fashion mkt, negócios
Crédito: Revista Time

A head hunter francesa Floriane de Saint Pierre encerrou o Fashion Marketing. Ela já foi eleita pela revista Time como um das 10 mulheres mais influentes do mundo da moda.

Desde 1990 ela está à frente de sua consultoria Floriane de Saint-Pierre et Associés. Atualmente a empresa é especializada em encontrar 4 tipos de executivos (leia-se profissionais de altíssimo escalão: de moda, de design, de e-brands e voltados para o mercado asiático. A equipe realiza somente 80 buscas por ano.

Em sua palestra Floriane se mostrou simpática e determinada – características essenciais para quem vive de fazer contatos. Ela revelou um pouco sobre os casamentos profissionais que promoveu. Deu ênfase para os casos de escolha para diretores criativos e destacou Christophe Lemaire para Lacoste, Stefano Pilati para Yves Saint Laurent e Christopher Bailey para Burberry.

Ela contou como conheceu Alber Elbaz. Ele praticamente invadiu a suíte do hotel que estava hospedada, chegou atrasado e ofereceu flores. Na hora teve o estalo que estava diante da pessoa certa. Outro caso curioso foi quando na aula de italiano conheceu um profissional que colocaria a frente da divisão de acessórios de John Galliano. Apesar dos 40 mil currículos que a consultora tem em seu banco de dados, estar na hora certa com a pessoa certa pode fazer o processo de seleção ficar bem mais curto.

Em seus slides disse que preferia flores a gráficos e foi fazendo um bem-me-quer-mal-me-quer ao contrário. Cada pétala colocada era um elemento que a instituição deveria ter para deixar de ser somente uma empresa e se tornar uma marca.

Ao contrário do que todo mundo achou que ela ia falar, Floriane se afastou de qualquer tipo de fórmula de sucesso. Não deu dicas do tipo: leia, se informe, estude, etc, etc. Contou que cada caso é um caso. Apesar de reunir as mesmas “pétalas” (administração, marketing, branding, logística), cada empresa adota o sistema que acha mais conveniente. Uma prefere deixar a coleção masculina e feminina integrada. A outra prefere deixar separada. Assim, nem sempre um profissional que serve para uma empresa, funciona na outra.

Sobre o Brasil ela contou que não sabia quase nada, e que será um prazer poder trabalhar com empresas locais. Ah! Ela elogiou a Natura e disse o que os produtos “verdes” serão o novo luxo.

Deu vontade de levar flores no hotel, com um currículo traduzido como cartão.



Fashion Marketing - parte 2
Abril 15, 2008, 3:20 am
Arquivado em: Jornalismo de Moda, negócios

Depois do momento sentimental com o Gustavo Lins, passo para o mundo comercial da Arezzo.
(fotos das campanhas - Arezzo/ Divulgação)

Anderson Birman, fundador e proprietário da marca abriu a conversa contando como tudo começou. Ele e seu irmão Jefferson compraram um sapato no Rio de Janeiro. De volta a Belo Horizonte, o modelo despertou interesse de um fabricante de sapatos local. Eles viram nos pisantes uma oportunidade de negócios. Aí surgiu a Arezzo, em 1972.

Charles Naseh/ Chic

A expansão da Arezzo foi rápida. No início a empresa cuidava de todo o processo da fabricação às vendas. Em 1991 decidiram terceirizar a produção e mudar a estratégia. Os sócios passaram a investir na marca e decidiram abrir uma loja na Oscar Freire. Nesse momento, Anderson relembra com humor de uma notícia publicada na ocasião da inauguração do ponto comercial que dizia: “Empresa mineira adota estratégia suicida, investe mais para vender menos”. Ele revela que foram investidos cerca de US$ 1 milhão nessa empreitada.

Em 1998 a administração da marca muda para São Paulo, porque havia a necessidade de investir em profissionais de moda.

Anderson comprou a parte do irmão e hoje divide a sociedade com seu filho Alexandre e com o grupo Tarpon. Hoje são: 90 fábricas parceiras, 3 campanhas por ano (inverno, verão e alto-verão) , 6 milhões de reais investidos anualmente em publicidade, 5 pares novos por dia nas lojas.

A palestra prosseguiu com seu filho Alexandre. Ele contou a história da Schutz, marca que montou aos 18 anos. A grife emplacou um grande sucesso nos anos 90 -uma bota de salto com sola trator que até hoje perdura nas vitrines.

A Arezzo e a Schutz se uniram para formar a Arezzo S/A. (Quando uma marca se torna S/A, Sociedade Anônima, significa que ela negocia ações na bolsa).

Sobre a sua marca ele revelou que começou com calçados esportivos. As vendas foram bem, mas faltava ainda conquistar São Paulo. A estratégia inicial era vender para multimarcas, mas os consumidor paulistano gosta de loja própria. Escolheu pontos nobres como Jardins e Shopping Iguatemi. Hoje, além da Schutz, Alexandre também cuida da internacionalização da Arezzo.

Depois da explanação dos dois foi a vez de Eduardo Mufarej, do Grupo Tarpon, que comprou 25% da Arezzo no ano passado. Ele esclareceu como foi a escolha pela Arezzo e revelou que o “namoro” foi longo. Explicou rapidamente de onde vem o dinheiro dos investidores – de fundos de pensão, de universidades americanas, enfim, gente que dá o dinheiro para eles investirem e terem lucro.

O executivo contou que os investidores escolheram a Arezzo porque a empresa era lucrativa e já tinha uma marca construída. A intenção deles nunca foi afastar os proprietários e sim somar forças. A Tarpon tem papel fundamental na conquista do mercado externo.

O objetivo principal é a China. A Arezzo pretende abrir 207 lojas por lá até 2014. A primeira já tem data de abertura marcada. Abre no próximo dia 15 de maio na “Oscar Freire” de Shangai. A peculiaridade do mercado Chinês é a numeração menor: começa no 32 e vai até o 37.

Uma das perguntas feitas ao final da palestra foi sobre como eles se protegeriam das cópias chinesas. Anderson respondeu bem humorado – “se copiarem é porque é um sucesso”.



xale
Abril 14, 2008, 12:20 pm
Arquivado em: Análise, Besteiras

Nas reflexões do final de semana passado falei sobre a semelhança dos xales portugueses e russos.

O editoral de moda da revista Gloss traz um look com o exemplar russo e abaixo uma foto do meu modelo português.

o modelo russo no editorial da Gloss

o meu modelo português

Lembrei que o Vitor tinha cantado a bola da moda portuguesa, que apareceu em alguns desfiles do São Paulo Fashion Week.

Então, enquanto a origem dessa tradição não é solucionada, acho bom todo mundo pedir para amiga trazer da Europa ou correr na Tchayka, a loja de artigos russos na Vila Madalena, para não ficar de fora da tendência.