moda pra ler


Amapô no SPFW
Dezembro 30, 2007, 3:26 pm
Arquivado em: observações
Crédito: Laura Artigas/Moda pra ler

A Amapô da dupla Pitty e Carol Gold é uma das marcas estreantes no São Paulo Fashion Week (além da Animale que pulou do Fashion Rio para o evento paulistano). Fiquei bem surpresa e feliz com a notícia porque há um ano atrás, durante o SPFW entrevistei a dupla e fiz a seguinte pergunta:

Se sua marca fosse convidada participaria da SPFW?
Carol: Não sei. Pitty: É uma questão de responder se você querer virar gente grande ou não. Participar do SPFW é assumir um compromisso com um monte de gente e principalmente com nós mesmas. Carol: O ideal seria um novo formato. O Amni Hot Spot era legal, mas não dava muita visibilidade comercial. Algumas clientes que vieram aqui não sabiam do evento. Pitty: No momento estou satisfeita com o desfile que aconteceu em outubro (de 2006) e com a coleção de inverno.

É bem legal vivenciar o passo a passo das marcas. Boa Sorte para elas.



blog exposição
Dezembro 30, 2007, 1:06 pm
Arquivado em: Dicas, ctrl+c ctrl+v
Vestido da Yohji Yamamoto - primavera verão 2005

Vestido Austriaco datado entre 1910–12

Quem estiver por Nova Iorque até o dia 13 de abril pode ver a exposição ao vivo, mas quem não puder, pode acompanha-la via blog.

Aliás, o nome da mostra em questão é “Blog.mode: addressing fashion” e está em cartaz no Metropolitam Museum of Art e no blog http://blog.metmuseum.org/blogmode . O exibição que carrega o blog no título aproveita ao máximo o formato blog para divulgar e democraticar o conteúdo do Museu na internet.

Essa dica saiu no Radar 55.



fogo urbano
Dezembro 29, 2007, 5:01 am
Arquivado em: Jornalismo de Moda, Moda e Música, novas marcas
Capa do Zine nº 4

Essa semana aproveitei a calmaria de São Paulo para dar um giro nos Jardins. Em busca de novidade, a AVB, loja inaugurada no começo de dezembro na Galeria Ouro Fino me chamou a atenção por suas estampas essencialmente urbanas.

Os temas e os traços têm jeitinho de grafite. As etiquetas das peças a venda carregam um Zine chamado “Fogo AVB” que escancara ainda mais a vocação street wear da grife. A grife pratica preços acessíveis em torno de R$40 a camiseta. Na loja tocava o som do Projeto Nave que aparece entre os integrantes da família AVB - trata-se de um pequeno clã de colaboradores.

E foi nessa publicação que descobri mais sobre o novo rumo desta marca, que não é exatamente uma novidade. É a primeira do empresário Turco Loco (Cavalera e V.Rom). A sigla significa Authentic Vision Brasil e foi bastante citada recentemente porque teve em sua direção criativa Mauricio Ianês, recém contratado da Zapping.

Na edição número 04 do zine tem uma breve explicação sobre o passado, presente e futuro da empresa: A AVB já passou por muitos comandos, (…), até que chegou a um ponto onde quase passou a não existir mais. (…) A AVB é uma marca desenhada por jovens que buscam de um jeito ou de outro ser sincero no que faz (roupas) e acima de tudo transmitir bons pensamentos em suas criações.
(…) O Zine é uma forma da marca expressar e complementar o que se sente, junto com amigos e conhecidos que ilustram, escrevem e desenham produzimos a cada coleção um impresso. (Nessas épocas de feriado tem que se contentar com o release para conseguir aspas)

Abaixo algumas imagens das estampas e do zine para o leitor tirar sua opinião.


cartum escaneado do Zine nº 4


detalhe da estampa - crédito: Laura/ Moda pra ler

detalhe da estampa - crédito: Laura/ Moda pra ler


calendário 2008
Dezembro 28, 2007, 10:10 pm
Arquivado em: Dicas, observações

Já saiu o line-up das semanas de moda brasileiras, mas o calendário de moda mais divertido foi o que a Thais Losso e a Mari Stockler idealizaram.

A dupla convidou 13 personalidades do mundo da moda e das artes (Carlos Carrasco, David Valério, Fernanda Villa Lobos, Carô e Flu, Carlito Carvalhosa, Marcos Kotlhar, Estúdio Xingu, Felipe Veloso, Marcelo Rosenbaum, Marcelona, Rita Wainer, Jackson Araújo e Zazá) para criar cenas usando a boneca Barbie. O resultado é divertidíssimo.

Abaixo algumas imagens escaneadas do calendário - parece que não será vendido. Vamos ficar de olho para ver se as duas mudam de idéia.

Capa do Calendário feita por Carlos Carrasco

Janeiro por David Valério

Abril por Carlito Carvalhosa

Novembro por Jackson Araújo



medalha de bronze
Dezembro 28, 2007, 5:36 pm
Arquivado em: autoreferencia, links

Saiu o resultado do prêmio CHIC e o Moda pra Ler é o terceiro melhor blog de moda. EEEEE!!!
Fiquei muito feliz com o resultado porque entre tanta gente legal concorrendo ficar entre os três é maravilhoso. As meninas da Oficina de Estilo, mais do que merecido, ganharam o primeiro lugar, e a Julia Petit ficou em segundo. Obrigado à todos que votaram em mim.
Fechar 2007 com essa notícia é incrível. Foi um ano de muitas emoções. Desejo um 2008 maravilhoso para todos.
Ano que vem, em janeiro, o Moda pra Ler completa seu segundo aniversário e desde já agradeço todo mundo pelas visitas. Espero melhorar cada vez mais.

Gostaria de fazer agradecimentos especiais - (tipo Oscar, hehe) - é sempre bom fazer as homenagens em vida.

Luciana, blogueira carioca, foi a primeira a linkar o Moda pra Ler no seu blogroll; ao Erico Marmioli e a Flavia Durante que desde o começo acompanham o blog; a Bruna Bittencourt, jornalista e amiga que primeiro divulgou o site na “grande imprensa”; a Cris Paz, a primeira pessoa a me entrevistar como blogueira; a Patricia do Santa Mistura com que aprendi muito sobre como é fazer um blog; as vencedoras da Oficina de Estilo, porque foi com um comentário delas no meu blog em fevereiro de 2006 que toda essa história começou, e elas que ajudaram o blogueiros a cobrir o SPFW no começo de 2007; ao Andy comentador mais fiel do blog; ao Chic por divulgar meu não-credenciamento no SPFW e ajudar os blogs de moda a ganhar notoriedade; à Manu Carvalho por recomendar eu e o blog; a todos os entrevistados que aceitaram falar ao site, mesmo que por e-mail; aos blogueiros Biti, Rebeca, Glauco, Oliveros e Vitor, grandes presentes em 2007; aos meus amigos que entram no blog e aos outros que nunca entraram: vocês vibram com cada pequena conquista, isso é muito valioso pra mim; Aline, Camila e Tiago (são 20 anos, mas parece que foi ontem); ao meu namorado por me esperar enquanto faço os posts, e aos meus pais e meu irmão que deixam o blog como página inicial para contar visitas.


mpl entrevista: Cecilia Prado
Dezembro 27, 2007, 2:34 pm
Arquivado em: Entrevistas

Montar quebra-cabeça é um dos grandes prazeres da estilista mineira Cecilia Prado. Talvez isso explique a habilidade para trabalhar o tricô – com muita sensibilidade ela encaixa a técnica tradicional com tecidos planos e aviamentos.

crédito: use fashion

Ela começou de mansinho em 2006. Honrando a tradicional discrição dos habitantes de seu estado natal, Minas Gerais, Cecilia Prado, nasceu em Jacutinga, tradicional pólo de produção de malhas. A estilista formada pela Universidade Anhembi Morumbi divide seu tempo entre São Paulo, Jacutinga e o mundo.

Herdeira da fábrica de tricô Castor que produzia para grandes marcas como Zoomp e Carmin, a grande sacada de estilista foi reinventar o tricô sem sal das fábricas da região. O toque sensível e artesanal fez com que sua produção já nascesse com vocação internacional. Para conquistar o rigoroso mercado externo, além do produto diferenciado é necessário tino para negócios, e isso jovem estilista de 23 anos tem provado que também sabe fazer. Nessa entrevista ao Moda pra Ler a falou um pouco sobre seu trabalho.

Sua marca começa com o respaldo da empresa da sua família, a Castor Tricot, que está há 26 anos no mercado. Digamos que sua empresa já começou bem sucedida, como mantê-la assim?
A concorrência esta cada vez mais acirrada, novas marcas estão aparecendo no mercado, ter um produto que é único faz você se destacar neste meio. Outro desafio é a inovação, a cada coleção me esforço para trazer novidades ao meu cliente. O contato pós-venda e um bom relacionamento são as chaves para criar uma parceria duradoura com ele. Ter versatilidade para enfrentar os obstáculos que o mercado apresenta é outra virtude.

Quem são suas clientes?
Mulheres sensíveis e bacanas

Você segue tendências em suas coleções?
Sim, mas não a risca.

Como desenvolve suas coleções?
Começo pelos materiais e imagens que me marcaram e por aí vai. Nada e pré-estabelecido, simplesmente vai acontecendo.


Coleção Inverno 2007
crédito: divulgação

O que você fez para reinventar o tricô?
Lavamos por meio do processo, Stone Washed, o mesmo aplicado no jeans ele dá um toque suave e macio a peça, e ainda deixa a roupa com um ar de desbotada. Agrega valor ao produto. Também trabalho com estamparia, misturo aviamentos no meio das tramas, jacards e degrade.

Você considera suas criações versáteis?
Sim, acho elas fácil serem usadas com outras peças, além disto também são atemporais.

Sua moda artesanal deve ter conquistado muitos clientes internacionais.
Quais suas expectativas para o mercado externo?

Muito promissoras. Nosso produto é bem aceito lá fora, estamos crescendo a cada coleção. Desde 2002 participamos de feiras internacionais como a Who´s Next em Paris, Coterie em NY, Rooms no Japão e Bread and Butter em Barcelona. Hoje vendemos em 45 pontos de venda no mundo entre eles: Saks, Lê Bon Marche em Paris e Vakko na Turquia.

Clipe de site japonês mostra a coleção da estilista
crédito:Boneto

E o mercado interno?
Está indo bem. Nosso contato com o cliente é bem estreito, prezamos por isso. Tratá-lo e atendê-lo bem é nossa prioridade. Estamos em fase de fidelizar os clientes. Nossa política vem mudando um pouco. Nossa produção é baixa devido à complexidade das peças, vendemos mais para multimarcas e assim conseguimos ter um controle sobre cada loja. Nosso monitoramento é muito cauteloso e visa cuidar da imagem da marca.

Em quantos pontos de venda você vende hoje no Brasil?
Clube Chocolate, Acervo Benjamin em São Paulo, além de sessenta outros pontos de venda.



Coleção Verão 2008
crédito:
site da estilista

Quais são os planos para a marca?
Estabelecer e fidelizar o cliente aqui no Brasil, estar presente nas melhores multimarcas e me tornar mais reconhecida, como referencia de moda. No exterior entrar em showrooms na Europa e Eua para expandir nossa abrangência e continuar investindo pesado. Um dia pretendo ter uma loja própria.

O que vamos ver na coleção de inverno?
Uma gama linda de cores. Laços, penas e borboletas!

Delicadeza e leveza são características da sua marca e como é seu estilo?
O estilo é inconfundível, além de gracioso tem informação de moda, é atraente. Opto por peças básicas e outras que funcionem como acessórios porque dão uma nova cara ao look, sem ficar pesado.

Você acha que um dia vai mudar de estilo da sua marca?
Manter só um único estilo é difícil. A marca vem aumentando o mix de produtos e com isso inserindo novos estilos aos já existente. Acho isso favorável, pois o cliente tem mais opções de levar para sua loja vários tipos de peças e agradar um número maior de consumidores. É vantajoso desde que feito de maneira consciente, com bom senso.



Valentino, sua história, sua despedida
Dezembro 26, 2007, 1:25 am
Arquivado em: Análise, Comportamento, História da Moda

Um pouquinho atrasado, o Moda pra Ler aproveita as férias para escrever e refletir sobre temas comentados em 2007.

***

Sigo fiel a idéia que moda é acima de tudo cultura e por isso deve ser apreciada e estudada. Por meio da história da moda podemos diagnosticar as condições socioeconômicas em todas as épocas. Há certos estilistas que são agentes fundamentais nessa cultura da moda e um deles é Valentino.

Mas porque Valentino é tão importante no mundo da moda?

Por que ele foi fiel ao seu lema: “ Eu sempre quis deixar as mulheres bonitas” e assim se tornou um clássico.

Assim como Madonna, e Xuxa, poucas pessoas conseguiram a celebração usando um nome só. No mundo da moda um desses nomes é Valentino. Mesmo com o sobrenome Garavini em domínio público, seu primeiro nome foi o título da sua história na moda.

A coleção verão 2008 foi a última de prêt-à-porter assinada pelo estilista, que pretende continuar sua alta-costura. Além de sua última disso 2007 também foi o ano em que sua Maison completou 45 anos. A primeira loja foi aberta em Roma.



O último desfile de prêt-à-porter sob a tutela de Valentino aconteceu em Paris no mês de outubro. A estilista Alessandra Facchinetti (ex-Gucci) ficará em seu lugar

A trajetória de Valentino está retratada no livro “Una Grande Storia Italiana” que a editora Taschen lançou recentemente. A publicação vem em duas edições limitadíssimas, a primeira tem 2000 exemplares no valor de mil dólares e outra ainda mais luxuosa tem tiragem de 100 cópias e traz réplicas dos desenhos originais. Custa quatro mil dólares.


O logo com Valentino escrito várias vezes formando uma espiral que está na capa do livro da também coloria a passarela do seu desfile de despedida.

Nós pobres mortais assalariados que não temos como comprar o livro, podemos nos contentar com um texto bem didático que a Suzy Menkes, editora de moda do International Herald Tribune escreveu e que está disponível no site da Taschen. Ela e Matt Tyrnauer, correspondente da Vanity Fair, são os autores do livro sobre o italiano.

Menkes compara a trajetória de Valentino com a de outros mestres das artes na Itália. O começo aos 17 anos como humilde aprendiz em Paris onde se formou estilista e trabalhou com Jean Desses Guy Laroche.

O estímulo dos pais foi fundamental, seja com palavras ou com dinheiro. O pai vendeu a casa de campo para abrir a primeira loja do filho. A mãe o aconselhou a manter-se sempre elegante e simples.

Suas criações são queridíssimas dos tapetes vermelhos aos redor do globo. Elizabeth Taylor e Jack Kennedy estavam entre suas primeiras clientes famosas. A ex primeira dama dos Estados Unidos encomendou ao italiano seu vestido para o casamento com Aristóteles Onassis em 1968.

Valentino no filme “O Diabo veste Prada”

O traje matrimonial de uma das mulheres mais elegantes do mundo estimulou a consagração no mundo da moda. Naquele ano ele fez muito sucesso com a Coleção Branca e passou a ser cotadíssimo entre casadoiras endinheiradas. Além das noivas, outro ponto fundamental em Valentino, que o persegue desde o início é o vestido vermelho.

Valentino brincando de cabra-cega entre seus vestidos vermelhos

Segundo a autora, a definição da obra de Valentino pode ser comparada com o Rococó - ele acrescentava detalhes às bases anteriormente esculpidas. Há sempre um detalhe na gola, ou na bainha que revela sua essência. O laço foi outra característica marcante. É como se a mulher estivesse decorada para celebrar sua beleza e fragilidade.

O criador nunca quis outra imagem de mulher. Sempre almejava uma donna exuberante e glamurosa. Não se rendeu a androgenia e o minimalismo, por exemplo. Conselho de mãe é sábio.

***

Valentino e as celebridades:

Kate Winslet no Oscar 2007

Cameron Diaz no Oscar 2007

Depois de participar do filme protagonizado por Anne Hathaway, Valentino vestiu a atriz para o Oscar 2007

Sally Field no Emmy 2007

Christina Aguilera no Emmy 2007
Lily Cole no CFDA Awards 2007

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A grife Valentino pertence ao Valentino Fashion Group que também detém as marcas Hugo Boss, Lebole, M Missoni e Marlboro Classics.

O RP de Valentino é um brasileiro, Cacá de Souza, que nas horas vagas é designer de jóias.

***
Crédito das Imagens: Style.com e Taschen



Dezembro 24, 2007, 3:46 am
Arquivado em: Tendências, observações

Em 2008 o Carnaval chega cedo. Para três estilistas um carnaval cheio de Pierrots, Arlequins e Colombinas chegou ainda antes, há seis meses atrás, nas coleções de verão.

Miuccia Prada estampou as peças de sua marca jovem Miu Miu com um carnaval veneziano.



O triângulo amoroso da Commédia Dell`Arte italiana inspirou as formas da dupla Victor & Rolf.



No Brasil, a Salinas, pelas mãos de Jaqueile De Biase, voltou aos anos 20 e visitou o trabalho do ilustrador carioca J. Carlos que como cronista visual retratou muito bem os clássicos personagens da festa profana no Rio de Janeiro.



***
Crédito das Imagens:
Salinas, CHIC; Victor & Rolf, Style.com; Miu Miu, Style.com



Dezembro 24, 2007, 3:46 am
Arquivado em: Tendências, observações

Em 2008 o Carnaval chega cedo. Para três estilistas um carnaval cheio de Pierrots, Arlequins e Colombinas chegou ainda antes, há seis meses atrás, nas coleções de verão.

Miuccia Prada estampou as peças de sua marca jovem Miu Miu com um carnaval veneziano.



O triângulo amoroso da Commédia Dell`Arte italiana inspirou as formas da dupla Victor & Rolf.



No Brasil, a Salinas, pelas mãos de Jaqueile De Biase, voltou aos anos 20 e visitou o trabalho do ilustrador carioca J. Carlos que como cronista visual retratou muito bem os clássicos personagens da festa profana no Rio de Janeiro.



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Crédito das Imagens:
Salinas, CHIC; Victor & Rolf, Style.com; Miu Miu, Style.com



Dezembro 24, 2007, 3:46 am
Arquivado em: Tendências, observações

Em 2008 o Carnaval chega cedo. Para três estilistas um carnaval cheio de Pierrots, Arlequins e Colombinas chegou ainda antes, há seis meses atrás, nas coleções de verão.

Miuccia Prada estampou as peças de sua marca jovem Miu Miu com um carnaval veneziano.



O triângulo amoroso da Commédia Dell`Arte italiana inspirou as formas da dupla Victor & Rolf.



No Brasil, a Salinas, pelas mãos de Jaqueile De Biase, voltou aos anos 20 e visitou o trabalho do ilustrador carioca J. Carlos que como cronista visual retratou muito bem os clássicos personagens da festa profana no Rio de Janeiro.



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Crédito das Imagens:
Salinas, CHIC; Victor & Rolf, Style.com; Miu Miu, Style.com