moda pra ler


Casa de Criadores: vestido vermelho
Novembro 30, 2007, 2:43 am
Arquivado em: Análise, Casa de Criadores

O estilista Thiago Marcon tem como marca registrada a estamparia de personagens do Mauricio de Souza. Nessa coleção ele optou pelo Cranicola, da turma do Penadinho.


Contudo, nem só nas estampas as referências a Turma da Mônica apareceram. Achei muito interessante uma colação que o Jorge Wakara do Chic fez durante uma conversa que tivemos na sexta, opinião compartilhada pela Iesa Rodrigues .

O vestido de moletom vermelho é o modelo único da personagem principal dos quadrinhos de Maurício de Souza.

crédito das imagens: CHIC



casa de criadores: descobertas
Novembro 30, 2007, 2:05 am
Arquivado em: Casa de Criadores, Dicas, Jornalismo de Moda

No segundo dia de Casa de Criadores um colar com pingente em formato de óculos chamou minha atenção e da Giovanna, que estava do meu lado. Não resisti e perguntei onde o homem que usava havia comprado a peça. O designer Eduardo Laurino respondeu que fora ele mesmo que criara. Emendei um “onde você vende”, foi então que ele respondeu “Apego“.

Além de usar o espaço da marca para vender, Laurino desenvolve acessórios para as estilistas. Na última coleção fiquei apaixonada por um brinco de guarda-chuva, não por acaso o objeto que as meninas escolheram para estampar na sua coleção de inverno. Fiquem de olho nesse designer.

O estilista Rober Dognani vestia uma calça de sarja verde muito interessante. Depois dos meus elogios ao modelo o estilista não demorou a apontar João Paulo Gonçalves que respondeu só fazer a calça para os amigos. Muito tímido, ele mesmo usava uma peça de sua autoria. Acho que vou ficar amiga dele.


Rober Dognani com a calça verde e João Paulo Gonçalves com a jeans.

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Crédito das Imagens: Laura/ Moda pra Ler



mpl recomenda: bazares caseiros
Novembro 29, 2007, 3:02 am
Arquivado em: Dicas

Bazar (quase) secreto da A Mulher do Padre (RSVP: 11 92146161) e a Jú vai vender as peças artesanais que ela mesma faz.




lançamento do livro "46 livros de moda que você não pode deixar de ler"
Novembro 28, 2007, 2:55 am
Arquivado em: Sem-categoria

É nessa quinta o lançamento do livro no qual eu assino um dos textos.
Além de mim outros quatro blogueiros participaram do projeto - a Biti, a Fernanda, o Lula Rodrigues e a Rebeca.



uma pergunta clichê
Novembro 26, 2007, 9:42 pm
Arquivado em: Besteiras, Jornalismo de Moda

Uma pergunta clichê para Michael Roberts, editor de moda da Vanity Fair.

Quais estilistas brasileiros você mais gosta?
Eu gosto muito da Lenny Niemeyer e do Carlos Miele, estilistas que admiro muito e com os quais já trabalhei. Já usei Lenny num editorial da revista e também fiz a produção de moda da campanha de verão da marca. Para o Carlos Miele assinei o styling da primeira campanha mundial de sua grife.

Michael Roberts e Constanza Pascolato

Michael Roberts e Liz Hurley

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Crédito das Imagens: laura/ modapraler via celular.



vivendo como uma pin-up
Novembro 26, 2007, 9:23 pm
Arquivado em: Dicas


Vira e mexe as pin-ups são revisitadas no mundo da moda. Mas há gente que prefira viver como uma cotidianamente. Assim é a Pin’up Barwoman, dona do site http://www.pinupbar.com.br, que traz muitas receitas de drink e intercaladas com dicas e reflexões.



como mais de um terço do mundo compra roupa?
Novembro 24, 2007, 2:03 am
Arquivado em: Dicas, História da Moda, Viagens



Clique aqui.

Nesse artigo publicado pela consultoria McKinsey há uma análise de como China, Índia e Brasil compram moda. Muito interessante, o artigo é voltado para investidores internacionais e mostra as características de cada país.

A população de China, Índia e Brasil somam quase 2,7 bilhões de pessoas, cerca de 40% da população mundial, portanto são mercados importantes.

No link há apenas uma parte do artigo. Se fizer o login ao lado é possível ler o texto completo.
Alguns exemplos: O Brasil tem o mercado crescente, varia muito conforme a região e os brasileiros confiam nas marcas locais. A Índia tem a tradição da indumentária típica do país. Os chineses apesar de produzirem para grandes cadeias de lojas não encontram uma grande variedade de roupas.

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Crédito das Imagens: China - Grupo Normak; Índia - Gerald Brimacombe; Brasil - Copacabana.com



mpl recomenda: Happy Bazar
Novembro 24, 2007, 1:48 am
Arquivado em: Dicas

O Happy Bazar começa na próxima quarta-feira dia 28 de novembro e traz coleções passadas a preços promocionais de A Mulher do Padre, Bloom, Cecília Prado, Doc Dog, Mario Queiroz, Ruah, Santa Escândalo por Graça Borges, Tough Jeansmith, Uma, V.Rom, Zeferino e Züe.

O evento que já aconteceu na Praça Benedito Calixto e na rua da Consolação tem novo endereço Al. Gabriel Monteiro da Silva, 663 (quase esquina com a Av. Brasil).

Preços:

V.Rom
t-shirt R$ 35
camiseta R$ 30

Amp
Camisetas e blusas femininas R$ 40
Saias R$ 50
Vestidos R$ 60

Doc Dog
Calças, vestidos e camisetas R$ 30
Casacos R$ 50

UMA
Tops e saias R$ 65
Camisetas R$ 45
Calças femininas R$ 75

Mario Queiroz
Regatas R$ 25
Camisetas R$ 45
Coletes R$ 35
Calças jeans R$ 60

Happy Bazaar – 28 de novembro a 16 de dezembro
Segunda a sábado, das 12 às 20 horas e domingos e feriados, das 14 às 19 horas
Al. Gabriel Monteiro da Silva, 663
www.happybazaar.com.br
Vallet Park – R$ 7,00

Formas de pagamento: cheque e dinheiro. Compras acima de R$ 150 podem ser parceladas em até 2 vezes e de R$ 300,00 em até 3 vezes.



antes da cultura de moda
Novembro 22, 2007, 12:49 am
Arquivado em: Análise, História da Moda, Tendências


O Brasil tem cultura de moda?
O que é cultura de moda?
O que é ter cultura de moda?
Qual a importância disso e qual a importância disso para a sociedade como um todo?

A solução dessas questões é tema para um blog exclusivo e diário, mas dois fatos recentes protagonizados por personalidades internacionais me deixaram com vontade de instigar o leitor do Moda pra Ler a refletir no assunto.

a) A opinião do stylist inglês Judy Blame sobre a moda Brasileira, primeiro na entrevista ao editor de moda da Folha Alcino Leite Neto e ratificada durante o evento Pense Moda, observando a falta de modelos negras nos desfiles de moda.

FOLHA - O que falta para a moda brasileira ganhar relevância no cenário internacional?
JUDY BLAME - O maior desafio é dar forma ao espírito do Brasil. Encontrar maneiras de expressar as cores, os sons, a vida do país. Quem conseguir fazer isso de verdade vai ficar rico. E tem outra coisa: a moda brasileira precisa de mais espírito de cooperação. Os estilistas precisam parar de fofocar e de falar mal uns dos outros.


b)as filas para comprar as peças do Roberto Cavalli feitas para a popular H&M.



Enfrentar uma fila em busca de uma peça assinada, mesmo que em versão popular é necessário um conhecimento prévio sobre o estilista. Se isso é um mico ou não, não é o caso, mas essa atitude extrema aponta uma sociedade que tem cultura de moda. E no Japão então? As filas são em lojas de luxo como a Vuitton e a Armani.

Moda é cultura, no sentindo de cultura como reunião de conhecimento (se é arte ou não é outra história). Moda é conhecimento. Para entender de moda é preciso entender um pouco de economia, arte, história, sociologia.

Pois bem, Cultura ( com “C” maiúsculo) não é alguma coisa que o povo brasileiro estimule de maneira geral, por inúmeros problemas, mas todos eles decorrentes de um único, a falta de acesso a boa educação. E mesmo assim o Brasil tem conhecimento popular incrível. Na moda, inclusive. Pense nas delicadas rendas renascenças e de bilro feitas pelas rendeiras do Nordeste, certamente algumas delas são analfabetas e realizam aquele trabalho deslumbrante.

Aqui no Brasil a CeA, e a Riachuelo tentaram propor essa parceria. A primeira com a Raia de Goye, Walter Rodrigues e Marcelo Sommer e a segunda com Fause Haten. Não sei precisar os resultados, mas filas não foram noticiadas.

Talvez fosse muito cedo? Ao mesmo tempo o Brasil tem dimensões continentais e um público diverso.

Seguindo a receita de sucesso de Blame, para formar a cultura de moda no Brasil é preciso dar a mão de forma definitiva (não só quando a tendência é o artesanal ) para rendeira do nordeste?

Fica a reflexão

Crédito das Imagens: Marcio Madeira/ Teen Vogue; Grendene/Divulgação; Cosac Naify ; Oficina de Estilo para Pense Moda; Paulo Freitas para Glamurama; H&M/ Divulgação e Sebrae;



adriana barra
Novembro 21, 2007, 9:29 pm
Arquivado em: Dicas, autoreferencia



A estilista Adriana Barra desenvolveu camisetas cuja renda vai para o Instituto Se Toque, que realiza campanhas de prevenção ao câncer de mama.

As peças tem edição limitada, custam em torno de R$200,00 e estão a venda na loja da estilista até o final do estoque.

Adriana Barra
Rua Peixoto Gomide, 1801 - casa 5