moda pra ler


brincando com o LV
Agosto 30, 2007, 5:01 pm
Arquivado em: Comportamento

O maravilhoso mundo da Louis Vuitton na animação do artista Takashi Murakami.

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valeu moema!



Blogview 25.08
Agosto 28, 2007, 4:22 am
Arquivado em: Análise, Dicas, blogview

Essa semana consegui postar sábado no Blogview!!!
Como na outra semana deixei as entrevistas de lado e coloquei uma nota a respeito da exposição que está acontecendo no Masp sobre a Bauhaus e suas influência na arte.

Para quem não conhece a escola alemã, clique aqui e leia uma explicação rápida que publicada por aqui durante a Copa da Alemanha.

Fica en cartaz até 28 de outubro -
Outras informações clique aqui

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Crédito da foto: Laura Artigas/Moda pra Ler



Os novos perfumes
Agosto 24, 2007, 3:35 am
Arquivado em: Análise, História da Moda, Tendências

Em 1921 surgiu o Chanel 5. Visionária que era, a estilista Gabrielle Coco Chanel criou o perfume e sanou a vontade de suas admiradoras de ter uma peça de roupa da sua grife.

Hoje, perfumes, cosméticos e acessórios são o ganha-pão da Chanel e das grandes grifes.

Observando as parcerias das fabricantes de aparelhos de telefone celular com as grandes grifes da moda os celulares são os novos perfumes.

Como será o celular da Chanel?

Os pioneiros Dolce & Gabbana para Motorola

A Levi´s já tinha lançado Ipod. O celular da marca chega à Europa em setembro

O objeto de desejo atual: Prada básico para a Samsung

Representante Nacional: Alexandre Herchcovitch em edição limitada para a Motorola


MPL recomenda: bazares
Agosto 22, 2007, 8:21 pm
Arquivado em: Dicas, Guia

Bazares legais acontecem esse final de semana aqui em São Paulo:

NINA BECKER

A estilista e cantora carioca Nina Becker cura a ressaca dos shows (quinta com a Orquestra Imperial e na sexta com a Thalma de Freitas no Studio SP) vendendo peças das coleções passadas e novidades feitas com tecidos que andavam guardados. Os preços começam em R$ 49.

Bazar Nina Becker
Somente 25 de agosto - das 12 às 18 horas
r. Cunha Gago, 836 – Pinheiros - 3034.5501
pagamento somente com cheque e dinheiro

DOC DOG



Com o mundo pendurado no pescoço
Agosto 22, 2007, 3:42 am
Arquivado em: Casa de Criadores, SPFW, Tendências

A moda permite que aquela expressão “pendurar uma melancia no pescoço” não cause espanto. Os estilistas andam diversificando nos formatos para os pingentes. Ainda que a melancia não tenha aparecido, tem tesoura, folha, raio de sol, formas abstratas, entre tantas opções.

ASH, inverno 2007
pingente com cara de ilustração (homenzinho, raio e osso)

Giuliana Romano, verão 2008
tesoura no pescoço

Erika Ikezili + Cia.Marítima, verão 2008
O abstrato inspirado em Beatriz Milhazes e a estampa Cashemira

Cavalera + Água de Coco, verão 2008
Folhas

Isabela Capeto + Fábia Bercsek, verão 2008
Clássico feminino: Coração e o letras

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Crédito das fotos:
Desfile Giuliana Romano -
Mauricio Marconi/ Divulgação
Outros: Erika Palomino



Moda pra Ler recomenda: Gianni Ratto
Agosto 20, 2007, 4:23 am
Arquivado em: Dicas, Guia, História da Moda


Se o evento aí em baixo é longe, esse que indico agora é oportunidade para todos que estão em São Paulo, gostam de moda e principalmente de figurino.

Fica em cartaz até o dia 23 de setembro na Galeria da Caixa Econômica da Paulista a exposição “Gianni Ratto, o artesão do Teatro”. A exposição 400 trabalhos, entre os desenhos de cenários, fotos e roupas.

Diretor, figurinista e cenógrafo, a carreira de Gianni Ratto foi dividida entre o Brasil e a Itália. Por aqui ele ajudou a construir o teatro moderno brasileiro.

Para entender melhor a importância dele, colo abaixo um texto retirado do site “Vestindo os Nus”, versão para Internet do livro de Rosane Muniz sobre figurino de teatro no Brasil.

Diretor, cenógrafo, figurinista, autor, tradutor, pesquisador, fundador de grupos e teatros brasileiros, professor de atores e cenógrafos em universidades de diversos estados, Gianni Ratto chegou ao Brasil em 1954, convidado pela atriz Maria Della Costa, e por aqui ficou. Nascido na Itália, lá realizou inúmeros e bem-sucedidos trabalhos em todos os setores do espetáculo, da dramaturgia à música, com nomes como Giorgio Strehler, Stravinski, Mitropoulos, entre outros. Formado em artes plásticas, em Gênova, e arquitetura, em Milão, foi cenógrafo oficial do Teatro Piccolo durante sete anos e vice-diretor técnico e cenógrafo do Teatro Scala por quatro anos, além de ter trabalhado em montagens teatrais e de óperas em vários países.

Sua importância para o teatro nacional é histórica e ajuda a marcar a fase de profissionalização do teatro brasileiro com a criação do TBC. Tornam-se dispensáveis maiores apresentações deste mestre teatral que, apesar da complexidade de seu currículo, não vê o teatro como mais que “uma tábua com um ator em cima”.

Mesmo com a simplicidade usada na definição, Gianni Ratto considera importantes todos os elementos cênicos e sabe que o maior problema é conseguir deixar um espetáculo coeso. E, ainda que considerando o figurino uma conseqüência, não deixa de pensá-lo como indispensável, já que é “a pele de uma personagem que ainda não existia como escritura teatral, mas somente dentro do pensamento do autor, e que foi transferido pelo teatro para o palco”.

Não faltaram conhecimento e erudição teatral nessa boa conversa sonorizada por cantos de passarinhos oriundos do jardim de inverno de sua casa. Suas divagações e lembranças acerca da temática da indumentária são um verdadeiro documento para uma arte que, segundo Gianni, deveria ter “em lugar da mediocridade, o pensamento voltado para a medialidade: o plano médio no qual todos se encontram”.

Quem se interessou pela obra de Ratto e quer se mais informações pode procurar o documentário “A Mochila do Mascate” da diretora Gabriela Greeb, filmado dois anos antes da morte do cenógrafo, que aconteceu em 2006.

“Gianni Ratto, O artesão da forma”
Av. Paulista, 2083 (Conjunto Nacional)
Terça a sábado, 9h às 21h
Domingo, 10 às 21h.
Grátis



Moda pra Ler recomenda: “Gilda, paixão pela forma”
Agosto 20, 2007, 3:41 am
Arquivado em: Análise, Dicas, História da Moda, autoreferencia

Começou no dia 13 de agosto o projeto “Gilda, paixão pela forma”, uma série de homenagens a Gilda de Mello e Souza que acontece no SESC Araraquara.

O local foi escolhido por que a autora, apesar de paulistana, passou a infância por lá. É um pouco fora de mão, para os paulistanos acostumados com a cidade em que tudo acontece, mas é parada obrigatória para quem gosta de moda e está por lá.

A revista Cult desse mês faz uma retrospectiva didática sobre a intelectual, que na matéria foi denominada como “a maior crítica do pensamento estético do Brasil”.

Ela estudou todas as formas de arte pintura, escultura, literatura e a moda(???). O leitor deve estar pensando, mas moda é arte?
Gilda em seu livro “O Espírito das Roupas” afirma que sim. Eu tenho o livro dela como o responsável pelo meu interesse por moda ter hoje um viés acadêmico.

Para explicar um pouquinho da importância dela para quem estuda moda retomo um texto que escrevi na ocasião da Bienal do Livro do ano passado.

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O Espírito das Roupas: A moda no século XIX
Gilda de Melo e Souza
Editora Companhia das Letras
O livro foi publicado pela primeira vez em 1987. É a tese de doutoramento da professora da USP Gilda de Melo e Souza. O trabalho é do final dos anos 40 e chocou os literatos pois tratava de um assunto considerado fútil e desnecessário. O livro já começa polêmico afirmando que moda é arte. Para descrever o vestuário do século XIX a autora recorre a obras teóricas e de ficção. Entre os autores pesquisados estão José de Alencar e Machado de Assis (em sua breve época romântica). Seus livros descreviam como as moças se vestiam. Gilda de Mello e Souza foi casada com o grande crítico literário Antônio Candido e faleceu em dezembro de 2005, aos 86 anos de idade.

GILDA, A PAIXÃO PELA FORMA
De 14/08 a 30/09.
Terças a sextas, das 14h às 21h;
Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.
SESC Araraquara
rua Castro Alves, 1315
Quitandinha
telefone: 16 3301-7500
Araraquara - SP

Para saber mais sobre o evento clique aqui



nota sobre o sutiã
Agosto 20, 2007, 2:33 am
Arquivado em: Análise, História da Moda, blogview
Madonna por Gaultier

“Soutien” - em francês, sustentação

Essa semana resolvi deixar as entrevistas de lado para dividir com os leitores do Blogview uma curiosidade que me assombrou durante a semana do aniversário da Madonna.

Certamente uma das imagens mais marcantes da carreira da cantora foi o figurino com o sutiã pontudo que Jean Paul Gaultier criou para ela no inicio da década de 90.

A recordação desse emblemático sutiã aguçou uma dúvida surgida durante o Salão da Lingerie quando a Lycra anunciou os “100 anos do sutiã” com uma exposição.

A fabricante conta o v0 da peça íntima como 1907, ano que em a palavra “brassiere” apareceu pela primeira vez em um editorial de moda nos EUA.

Sucesso de vendas da DelRio em 1967, na exposição da Lycra

Contudo, em uma pesquisa rápida no “Dicionário da Moda” da Georgina O´Hara, no Volume II da série “Reflexões de Moda” do João Braga, e na Wikipedia não encontrei a confirmação para esse marco incial.

O´Hara diz que o sutiã data de 1900, e assim como a Wikipedia cita a Mary Phelps Jacob como a precurssora do sutiã, responsável por patentear a peça nos Estados Unidos. João Braga não citou um inicio nesse texto e considera como fato importante na história dessa roupa íntima o ano de 1950, quando o aviador Howard Hughes (aquele do filme do Scorcese com o Leonardo de Caprio) desenvolveu um sutiã aerodinâmico para a atriz Jane Russell.

O projeto do sutiã de Mary Phelps Jacob

A atriz Jane Russel, musa inspiradora do sutiã de Hughes

Seja qual for sua origem, certamente é uma peça muito intrigante no guarda-roupa feminino. Se em 1968 eles foram queimados em frente ao senado dos estados unidos para mostrar a libertação feminina. Nos anos 90 aparecem livres nas passarelas confirmando o poder da mulher.

O ingênuo primeiro sutiã versus o sexy wonderbra
Sutiã da Victoria´s Secret, feito para mostrar


som da moda - Madonna, quase cinquentona
Agosto 16, 2007, 9:29 pm
Arquivado em: Moda e Música

Ano passado inventei uma seção chamada o Som da Moda, não continuei mas quando a Madonna faz 49 anos, ela merece um revival especial.

Escolhi meus 6 clipes favoritos. Eram 5 inicialmente, mas não aguentei. Madonna fez e faz dos vídeos grandes ferramentas de divulgação. Todos têm direção de arte e figurino que resumem o clima da época que estamos vivendo. No entanto, por aqui, optei por músicas que marcaram a minha vida de alguma forma.

Na época que a coletânea “You Can Dance” foi lançada cortei o cabelo da Barbie com o look curtíssimo que ela usava na capa do disco. Confesso que me arrependi um pouco quando descobri que o cabelo da Barbie não crescia de novo, mas mesmo assim continuei fã da Madonna.

“La Isla Bonita”, do True Blue - Morena e latina

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=XrRfywQ9MwI"> "Rain" do Erótica - Cabelo curto, preto e chiquérrima

“Human Nature”, do Bed Time Stories, em clima sado-maso ela diz pra todo mundo que não se arrepende de nada do que fez “I´m not sorry, It´s human nature”.

“Love Profusion” do American Life - clipe com figurino único: vestidinho floral, cara de mãe

Bônus - não aguentei!
Bed Time Storie - do álbum homônimo, surrealismo em música composta pela Bjork.

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As colegas Fê e Cris da Oficina de Estilo também elegeram os clipes delas.



O cachecol do mercosul
Agosto 15, 2007, 12:58 pm
Arquivado em: Análise, Viagens, autoreferencia
O cachecol do mercosul

Em janeiro, durante as andanças em Valparaíso no Chile entrei numa loja de artesanato e vi um cachecol lindo de crochê de pontos largos e flores. Logo pensei que se tratava de um artesanato local e comprei na hora.

Quando o frio começou aqui em São Paulo e fiz a estreei o cachecol em uma noite em que fui ao teatro. Qual não foi a surpresa quando encontrei uma moça com o cachecol quase igual. O meu é marrom, o dela é bege.

Dias depois fui encontrar minhas amigas e uma delas estava com o cachecol igual, mas na cor verde. Qual não foi minha surpresa quando ela disse que havia comprado em Buenos Aires.

Depois dos dois encontros, não me assustei quando vi o modelo de enrola-pescoço a venda num camelô paulista. Apesar da popularidade da peça, sigo fiel a minha escolha.

Continuo achando que as feiras de artesanato espalhadas pelo mundo tem um mesmo fornecedor, deve ser a China.