moda pra ler


Moda pra Ler entrevista: Carol Ambrósio - Dindi
Julho 29, 2007, 9:53 pm
Arquivado em: Entrevistas, Jornalismo de Moda

A entrevista dessa semana no blogview é com a Carol Ambrósio da Dindi. Aí em baixo.

Laura diz: Criada dentro do brechó do pai, “Minha Avó Tinha” e apaixonada pela sensualidade das pin-ups, a estilista paulistana Carol Ambrosio tentou ser publicitária, mas acabou cedendo ao dna familiar. Ao invés de comprar e vender, resolveu criar e dessa decisão nasceu a Dindi.

Carol Ambrosio

Os anos passados dentro do brechó foram essenciais para definir o estilo da marca. Carol faz peças ultrafemininas que evocam ícones da sensualidade: pin-ups, bailarinas, vedetes, as voluptuosas mulheres dos filmes de Fellini, os cabarés franceses dos anos 20. Nas roupas isso transparece ora com tecidos fluidos e delicados, e com detalhes em rendas, ora com uma silhueta mais justa, com cintura marcada e o decote farto. Peças com perfume retrô para um figurino contemporâneo e cotidiano.

Carol respondeu a entrevista alguns dias depois de ter voltado da badalada feira de vestuário Bread and Butter, que aconteceu em Barcelona. A Espanha, aliás, é uma grande paixão da estilista “se existir outra vida, fui espanhola”, diverte-se a estilista que tem um carinho especial por Madri.

Moradora de Higienópolis, bairro em que também mantém seu ateliê, a estilista acumula o sonho de estudar moda em outro país e de se aperfeiçoar na técnica do moulage. Para a marca planeja uma loja própria para ficar mais perto de sua consumidora final.

Os sonhos, desejos e planos da estilista e da Dindi, o Moda pra Ler desvenda na entrevista a seguir.

Você esteve na Bread and Butter em Barcelona, como foi?
Foi o máximo!A feira é incrível. Super moderna, com outro conceito do que estamos acostumados em feiras. Super profissional.

Quais suas expectativas para o mercado externo?
Muitas! Estou amando, e está rolando super!

E o mercado interno, anda bem para a Dindi?
Sim. Temos clientes bem bacanas. Ainda quero abrir uma loja, com meu conceito e ai sim investir no varejo.

Quem são suas clientes hoje?
São multimarcas: Daslu, Dona Santa (Recife) e M e Guia (Belo Horizonte). Eu sinto não ter um contato mais direto com minha consumidora final.

Em reportagem do Estadão, você disse que o difícil não é entrar no mercado e sim continuar. Quais as principais dificuldades de continuar no mercado?
Tantas. Poderia ter paginas e paginas de descrição. Vou resumir de forma um tanto simplificada. Estrutura e planejamento é essencial, senão tudo é fugaz. Você precisa de muita estrutura e capital. Não basta ser bom. Quatro elementos básicos devem estar em sincronia: financeiro, comercial, estrutura produtiva e estilo. Então, começar é fácil porque ser novidade é fácil. Ser inovador a cada 6 meses, manter seu estilo atrativo, ter que competir com quem esta começando e com quem está aí há anos, são os grandes desafios.

Agora, sobre a história da marca. Porque escolheu esse nome?
Na verdade não tem uma super historia. Achei sonoro e possível de ser falado em varias línguas.

Quem são seus musa(os) inspiradores?
As Pin ups. Sou apaixonada.

O que te atrai na pin-up?
A pin-up evoca essa mulher que insinua. Isso me atrai.

Porque você optou por criações com ar retrô?
Na verdade, eu não optei. Eu vivi isto. Meu pai tem um brechó há 15 anos. Eu cresci naquele lugar. São essas minhas referencias.

Você segue tendências?
Acho que não. Mas é difícil falar não. Eu não sigo, mas se tem alguma coisa que eu gosto, vou aderir. Não da pra viver numa bolha.

Como desenvolve suas coleções?
Não tem um método.Gostaria de ter. Seria mais fácil. Cada coleção depende. Às vezes começo pelo tema. Em outra coleção posso começar a partir de uma peça que me apaixonei. Nesse caso adapto o tema ás cores. Em outros casos faço uma pesquisa maior. Também pode surgir de algo que vi.

Você considera sua marca vintage?
Sim, ela tem um perfume retrô sim. Mas não gosto de engessar neste conceito.

Você considera suas criações versáteis?
Quando crio quero que seja, mas agente não ta lá no guarda roupa da cliente, né? Penso que é uma roupa para ser usada em varias ocasiões. Depende dos acessórios e sapatos. Não gosto de rotular: “Roupa para sair”, “Roupa para festa”, “Roupa para trabalhar”.

Coleção Balé, a vontade de ser atriz, trilha de desfile com Nino Rota… Isso explica sua roupa também ser um ótimo figurino e ter um quê cinematográfico. O cinema é uma grande referencia para você?
Sem Duvida!!! Na verdade aprendi muito com os filmes e com o Theo (meu namorado) que é viciado. E minha sogra que é super bacana e dá varias dicas.

Tem alguma cena de cinema que você considera inesquecível?
Difícil escolher uma… Ah! Claro! Uma do Filme Drácula do Copolla. É um dos filmes mais lindos que eu já vi. A cena que a Lucy está morta no caixão, vestida de branco gelo, com uma gola Rufo maravilhosa e cospe sangue, super vermelho, numa cena toda branca. É incrível!

Você já fez figurino com roupas da Dindi para alguma peça de teatro ou cinema? Tem vontade de fazer?
Nunca fiz. Já fiz parte de um grupo de teatro. Teatro é minha paixão. Acho que é onde realizo a vontade de ter muitas personalidades. Mas figurino tenho vontade sim.

Como é o estilo da Carol Ambrosio?
Como é seu guarda-roupa? Como é a decoração da sua casa?

Gosto de brincar com as coisas. Gosto de personagens. Sem pretensão. Meu armário é inteiro Dindi e brechó, com algumas exceções. Minha casa também, moro com meu namorado, então tem o estilo dos dois. Ele é mais desencanado. Improvisamos bastante. Gosto de improvisar.

Você que cresceu em brechó. Tem alguma técnica para garimpar as roupas usadas?
Tem sim, mas não sei explicar. Tem que ter paciência. Fuçar, ter olho para achar e ir sem preconceito.

Muitas pessoas têm preconceito de roupa de brechó. O que você acha disso?
Eu não entendo quem tem preconceito, porque eu cresci em um brechó.
Lavou ta novo. Só lingeire que prefiro não comprar.

Você acha que um dia vai mudar de estilo?
Não sei. A gente muda e amadurece o tempo todo. Com a moda eu aprendi uma coisa: nunca é muito tempo!!!! E nunca diga nunca, pois você pode morder a língua.



quanto vale?
Julho 25, 2007, 2:17 pm
Arquivado em: Análise

Essas fotos aí em baixo são da ONG alemã Cordaid e representam um de seus projetos “People in Need”. As fotos mostram africanos que vivem abaixo da linha da pobreza posando com ítens que julgamos necessários. O óculos de sol custa 24 euros, o acesso ao saneamento básico custa 8. Fica a reflexão.









Resenha
Julho 21, 2007, 8:50 pm
Arquivado em: Colaborações, Jornalismo de Moda


Só se falou dos Simpson na Haper´s Bazaar essa semana. Aproveito o tema para fazer propaganda Rolling Stone 10 que tem o patriarca Homer Simpson na capa e a resenha que escrevi sobre o livro do Herchcovitch na página 123.

Cartas a um Jovem Estilista – A Moda como Profissão.

**1/2
Alexandre Herchcovitch
Editora Campus


Moda Versátil

Do guarda-roupa à mesa de cabeceira. Usando o exemplo triste de um antecessor, Dener Pamplona de Abreu, o estilista Alexandre Herchcovitch aconselha aqueles que querem seguir carreira no mercado de moda a esquecer as plumas e paetês e lembrar que as contas têm dia de vencimento.

“Cartas a um Jovem Estilista: a moda como profissão” cumpre seu papel instrutivo e revela com bom humor como Herchcovitch transformou as complicadas consoantes de seu sobrenome no á-bê-cê da moda brasileira.

O criador descreve com naturalidade seus feitos profissionais e suas mudanças pessoais - do clubber, amante de caveiras que fazia roupas para drag queens, ao empresário, de visual clean celebrado dentro e fora do país.

Entre os ingredientes da receita de seu êxito estão :o contato com a moda desde cedo, o talento para unir o comercial e o conceitual, uma pitada de habilidade judaica para os negócios, o apoio de uma equipe fiel, competente e afetuosa, e a ousadia de unir, por exemplo, Carmen Miranda e Hello Kitty na mesma coleção. No entanto, a experiência literária do estilista prova que acima de tudo, sua versatilidade é a maior causa de seu sucesso. Ela é um sinônimo da moda.



moda pra ler recomenda
Julho 16, 2007, 2:47 pm
Arquivado em: Dicas, Entrevistas, autoreferencia

A consultora de moda Manu Carvalho, que já foi entrevista aqui no blog, ministra hoje na Escola São Paulo a palestra “Moda e Música, um paralelo entre dois universos”. Manu que dirige o Núcleo de Moda e Imagem da gravadora Trama conhece bem o tema.



50 real
Julho 14, 2007, 8:19 pm
Arquivado em: Dicas

meu pé saiu sem querer

O Moda pra Ler é fã incondicional de brechós. Nesse sábado, em uma andança atrás de achados na praça Benedito Calixto, uma surpresa: um Manolo Blahnik por R$50,00. No mesmo espaço um Prada, com etiqueta, por R$230,00.

Os pares foram parar lá comprados de uma mesma pessoa. Como a luxuosa dona do pé calça 40 não foi dessa vez que pude fazer as vezes de Carrie.

O Pradinha

a etiqueta com o preço original R$1360,00

O brechó em questão é o Volta ao Mundo que também fica aos domingos na Feira do Bexiga. Ele divide espaço com o Brechó da Vila, que fica em frente ao Brechoh Pop. Os três ficam no começo da Praça Benedito Calixto, próximo a rua Teodoro Sampaio e tem peças ótimas.

Volta do Mundo - 11 9107.0251/6961.0221
Brechó da Vila - 11 9655.1858/ 3727.1060
Brechoh Pop - Rua Treze de Maio, 748 - 11 9520.4443



Moda pra Ler entrevista: Adriana Barra
Julho 14, 2007, 2:39 pm
Arquivado em: Entrevistas, Jornalismo de Moda, blogview

Com uma semana de atraso, inaugurei minha coluna no coletivo blogueiro Blogview. Meu espaço semanal, aos sábados, pretende trazer sempre uma entrevista. O debut é com a estilista Adriana Barra que reproduzo por aqui.

Laura diz: A discussão sobre o que é moda de rua esteve acalorada aqui no Blogview, e estréio a minha coluna (com uma semana de atraso, eu sei), entrevistando Adriana Barra, estilista cujas estampadas criações certamente chamariam a atenção dos face hunters de plantão.

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“Meu grande desfile é ver as mulheres na rua”, assim a designer conclui nossa longa conversa telefônica. Amada por muitos, considerada repetitiva por outros, Adriana Barra não dá trela para a crítica e é firme em suas opiniões. Falante, ela contou sobre seu jeito, sobre suas escolhas e sobre o sucesso de sua marca. O Moda pra Ler editou os melhores momentos para o Blogview.

Quem é Adriana Barra?
Sou uma pessoa low profile. Não gosto de ir em festas. Gosto de ficar em casa com a minha família. E nunca imaginei ter o sucesso que tenho.

A que você atribui seu sucesso?
Minha roupa atende uma mulher de verdade – seja bonita, gorda, magra. Ser mulher é o máximo. Temos que valorizar.

Como sua roupa valoriza a mulher?
A modelagem é uma das respostas. É difícil chegar na modelagem simples. Outro trunfo da minha marca é versatilidade. Muitas roupas são doublé face. Certa vez fiz um vestido com cinco amarrações diferentes. Com a roupa da minha marca você pode ir a casamento ou passear no calçadão.

A cliente entrou na loja e comprou a roupa. Como fazer ela voltar?
Quando meu pai me deu dinheiro para abrir a loja eu falei para ele: “você é louco, vai fechar em três meses”. Comecei o trabalho pensando como consumidora. “O que eu Adriana, gosto?”. Gosto de ser bem tratada. Então mais do que uma marca eu quero um lifestyle. A consumidora não pode só querer comprar ela tem que vivenciar a marca.

E como fazer ela vivenciar a marca?
Ela vai à uma vila agradável nos Jardins, com uma decoração bonita, recebe uma mala direta especial. È como se fosse um segredinho dela. Não faço desfile, optei por não fazer catálogo. Mando sempre algum presentinho especial na mala direta. Eu mesma troco a decoração da loja a cada seis meses. Sempre digo que sou muito mais decoradora que estilista. Faço meu site com todo carinho. A letra que aparece é a minha. Desenvolvi um caractere em cima da minha letra. É uma maneira de trazer as pessoas para o meu mundo.

Nada foge ao olhar da dona?

Sim, sou muito perfeccionista. Acho que dá certo. A empresa começou com duas pessoas agora são 30 contratadas.

Como é sua relação com os funcionários?
Sou uma pessoa muito espontânea. Alguns funcionários dizem que eu nem pareço chefe. Brinco, falo palavrão, mas o funcionário tem que desempenhar seu papel também.

Como é o desenvolvimento de sua coleção?
Não me guio por tendências. Assino revistas, mas elas vão ficando empilhadas. As consulto com seis meses de atraso. Faço o que eu tenho vontade. A WGSN citou eu e a Isabela Capeto como as estilistas mais criativas do Brasil hoje. Isso é um grande reconhecimento para o meu trabalho.

Você tem muitas clientes famosas…
Uma das primeiras celebridades que usou minha roupa foi a Fernanda Lima. Admiro muito o estilo dela. Ela é uma musa inspiradora. Tem um visual cosmopolita, mas com um que de praia. A Ivete Sangalo também adora. A Camila Pitanga e a Leandra Leal compram sempre. A Alanis Morissete comprou também quando veio pra cá.

Você costuma dar roupa pra artistas?
Nunca dei roupa para artista como estratégia de divulgação. Quando quero presentear alguém eu mesma faço.

Você acha sua roupa cara?

Todo mundo reclama que minha roupa é cara. Fazer a mala direta especial custa caro. Ter estampas exclusivas também. Não estou fora do padrão.

Algum dia vamos ver um desfile da Adriana Barra?
Tenho vontade de fazer um desfile sim, mas não no formato tradicional. Um desfile para poucas pessoas. Se gasta uma boa grana num desfile. Nunca fui atrás de patrocinadores. Agora que estou começando a ver isso. Como não fiz um desfile até agora as pessoas esperam muito. Tenho que superar meu perfeccionismo porque agora ainda tenho muito receio. Por agora, meu grande desfile é ver as mulheres na rua.



Julho 13, 2007, 2:38 am
Arquivado em: Viagens

A arquitetura moderna tem como um dos seus ícones o norte americano Frank Loyd Wright. Entre as obras famosas do arquiteto está a Casa da Cascata (foto) e o museu Guggenheim de Nova York.

Como há um bom tempo não é mais possível contratar os serviços de Wright, que morreu aos 91 anos em 1959 (e talvez fosse um pouco caro), alguns mimos inspirados nos traços do arquiteto podem suprir essa falta. Os objetos estão disponíveis no http://www.wrightcatalog.org/ e no http://www.architecture.org/shop

O Moda pra Ler selecionou alguns ítens inspirados nos vitrais criados por ele.


Lenços inpirados nos vidros criados para a American Luxfer Prism Company. US$50,00


Gravatas inspiradas nos vitrais da casa Dana Thomas. US$32,00


Broche inspirado na cadeira criada para a casa Frederick C. que fica no campus da Universidade de Chicago. U$27,95


Brincos inspirados no vitrak da Frank Thomas House em Oak Park, Illinois. US$27,95.


Porta Cartão inspirado no vitral do Biltmore Hotel no Arizona. U$34,00

***
Dica do irmão
Clique em cima das imagens pra ver o crédito.



Julho 13, 2007, 2:38 am
Arquivado em: Viagens

A arquitetura moderna tem como um dos seus ícones o norte americano Frank Loyd Wright. Entre as obras famosas do arquiteto está a Casa da Cascata (foto) e o museu Guggenheim de Nova York.

Como há um bom tempo não é mais possível contratar os serviços de Wright, que morreu aos 91 anos em 1959 (e talvez fosse um pouco caro), alguns mimos inspirados nos traços do arquiteto podem suprir essa falta. Os objetos estão disponíveis no http://www.wrightcatalog.org/ e no http://www.architecture.org/shop

O Moda pra Ler selecionou alguns ítens inspirados nos vitrais criados por ele.


Lenços inpirados nos vidros criados para a American Luxfer Prism Company. US$50,00


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Brincos inspirados no vitrak da Frank Thomas House em Oak Park, Illinois. US$27,95.


Porta Cartão inspirado no vitral do Biltmore Hotel no Arizona. U$34,00

***
Dica do irmão
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Julho 13, 2007, 2:38 am
Arquivado em: Viagens

A arquitetura moderna tem como um dos seus ícones o norte americano Frank Loyd Wright. Entre as obras famosas do arquiteto está a Casa da Cascata (foto) e o museu Guggenheim de Nova York.

Como há um bom tempo não é mais possível contratar os serviços de Wright, que morreu aos 91 anos em 1959 (e talvez fosse um pouco caro), alguns mimos inspirados nos traços do arquiteto podem suprir essa falta. Os objetos estão disponíveis no http://www.wrightcatalog.org/ e no http://www.architecture.org/shop

O Moda pra Ler selecionou alguns ítens inspirados nos vitrais criados por ele.


Lenços inpirados nos vidros criados para a American Luxfer Prism Company. US$50,00


Gravatas inspiradas nos vitrais da casa Dana Thomas. US$32,00


Broche inspirado na cadeira criada para a casa Frederick C. que fica no campus da Universidade de Chicago. U$27,95


Brincos inspirados no vitrak da Frank Thomas House em Oak Park, Illinois. US$27,95.


Porta Cartão inspirado no vitral do Biltmore Hotel no Arizona. U$34,00

***
Dica do irmão
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salve simpatia
Julho 12, 2007, 10:16 pm
Arquivado em: Besteiras

Imagina estar na Collete de Paris e esbarrar com kaiser da moda – aconteceu com uma amiga e foi parar no celebridade urgente.

Karl Lagerfeld não sorri em Paris
Terça-feira, 29 de maio, às 17h32, o estilista alemão conferia a seleção de estilo da loja parisiense Colette. Protegido por um par de óculos (gravemente escuros), vestindo calça skinny (conquista de um regime radical), lenço e botas, o “kaiser da moda” passeou indiferente pela loja e distribuiu alguns autógrafos, sem esboçar nenhum sorriso. Deixou a Colette em companhia de um amigo, também adepto da silueta skinny, vinte minutos depois de entrar.(B&B)