Uma das roupas que a Gisele desfilou para o verão 2008 da Colcci me lembrou a roupa que a Carrie Bradshaw usou na Mansão da Playboy, nos espisódios da série passados em Los Angeles.
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Crédito do desfile da Colcci: Erika Palomino
Uma das roupas que a Gisele desfilou para o verão 2008 da Colcci me lembrou a roupa que a Carrie Bradshaw usou na Mansão da Playboy, nos espisódios da série passados em Los Angeles.
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Crédito do desfile da Colcci: Erika Palomino
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Imagens:
Marciana - Chic
Erika Ikezili - Erika Palomino
O Moda pra ler ficou um pouco atarefada durante o SPFW, mas agora com coloca algumas observações sobre o evento.
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Vez ou outra estilista diferentes acabam usando o mesmo tema. Já tinha falado aqui sobre as várias interpretações sobre a obra do Tim Burton.
Dessa vez foi a arte que conquistou duas estilistas em tempos diferentes. Erika Ikezili se inspirou Beatriz Milhazes. A estilista carioca (e amiga blogueira) Marciana também já havia homenageado a pintora.
Milhazes é carioca. Trabalha com cores fortes e gosta de retratar flores e elementos da natureza. Sua obra é bem feminina e delicada. Não por acaso, conquistou essas duas estilistas com linhas de trabalho tão diferentes. Badalada, a artista plástica frequenta as páginas da Vogue e a parede da casa da atriz Mariana Ximenes, entre outras celebridades.
O Moda pra Ler saiu no Chic (com direito a foto) e no Glamurama durante a SPFW:
CHIC
Blogueiros invadem o SPFW
19.06.2007
por Glauco Sabino
Já faz algum tempo – mas não muito – que os blogs deixaram o underground do jornalismo, ganhando força, notoriedade e conquistando espaço como fonte de informação confiável. No universo da moda, não seria diferente. A rapidez com que ela se transforma, tornam os blogs veículos perfeitos para incorporar, divulgar e debater as tendências mais quentes. Tudo de um jeito solto, moderno e ágil, é claro.
A primeira prova desse potencial foi o credenciamento, em 2006, de 40 blogueiros na semana de moda de NY. Já no começo de 2007, o São Paulo Fashion Week aderiu à onda, seguido pela última edição do Fashion Rio. Agora, na temporada de verão 2008 do SPFW, cá estão os blogueiros de novo, circulando pela Bienal. O Chic selecionou alguns deles e os apresenta a você.
Fora de Moda – http://www.forademoda.wordpress.com/
É escrito por Ricardo Oliveros, editor-assistente do especial Caras Moda. O jornalista traz um pensamento crítico sobre a moda e a arte. “Quando se escreve para outro lugar, deve-se respeitar os códigos de cada veículo, e aqui não. Eu mesmo defino a pauta e escrevo o que quero e da maneira que você acho melhor”, explica.
Moda pra Ler - http://www.modapraler.blogspot.com/
A vontade de fazer um jornalismo de moda diferente, mostrando como ela se insere no cotidiano das pessoas, é que moveu a assessora de imprensa Laura Artigas a criar o blog em 2006. “Procuro fazer conteúdo exclusivo, como entrevistas e matérias nas ruas. Não tenho tanta preocupação em reportar a notícia”, conta. O blog tem sempre dicas de onde e como comprar barato.
About Fashion - http://www.aboutf.wordpress.com/
Foi graças a este blog que o estudante de jornalismo Luigi Torre começou sua carreira na moda. “Lia muito sobre o assunto. Queria trabalhar com isso, mas não sabia onde e nem como. Resolvi criar o blog e não parei mais”, conta. As análises dos desfiles, a visão apurada para detectar tendências e as notas sobre tudo que é mais cool pelo mundo já lhe renderam convites para escrever no SPFW Journal e no FilmeFashion.
Moda Sem Frescura - http://www.modasemfrescura.wordpress.com/
Neste endereço está a visão pessoal da ex-editora de moda da revista Marie Claire, Biti Averbach, sobre tudo o que lhe encanta - moda, arte, música, fotografia, revistas alternativas e cultura pop. “Procuro sempre publicar material exclusivo, como fotos, entrevistas e vídeos. Também gosto de relacionar assuntos, fazer conexões inesperadas entre eles”, explica.
Oficina de Estilo - www.oficinadeestilo.com.br/blog
Quem escreve são as personal stylists Fernanda Resende e Cristina Gabrielli. Com pouco mais de um ano de existência, acumula quase mil posts e mais de três mil comentários. “Falamos de moda para a vida real: como usar a tendência da hora, o que fica mais legal para quem, que mensagens nossas roupas transmitem sobre a gente e sobre o nosso estilo, o que facilita e o que dificulta a vida das mulheres. Tudo reflexo do nosso trabalho e do nosso aprendizado”, diz Fernanda.
Modos de Moda – http://www.modosdemoda.wordpress.com/
Na última edição do SPFW, foi escolhido pela Folha de S.Paulo como o melhor blog de bastidores do evento. “Ele acompanha a minha trajetória de conhecimento do mundo da moda. Ainda estou entrando nele, começando a entender, então acabo expondo minhas dúvidas e descobertas”, explica a estudante de jornalismo Rebeca de Moraes. O tom crítico também é bastante constante. “Sinto-me livre para falar tanto bem quanto mal do que vejo neste ambiente de que gosto tanto”, completa.
FilmeFashion - http://www.filmefashion.com.br/
Alê Farah agora se dedica ao projeto FilmeFashion, que inclui esse superblog que se baseia mais em vídeos. Dá para ver o frenessi que acontece na Bienal em movimento. O mais bacana é que ele funciona com colaboradores - qualquer um pode se inscrever e fazer posts.
Glamurama
Liberdade de expressão
18/06 - 17:35 - Na Internet, não são só os sites que estão noticiando a São Paulo Fashion Week. Tem muito blog por aí dando seus palpites sobre os desfiles de verão. Biti Averbach, que nos últimos meses assumiu seu lado blogueira, nos ajudou nessa busca. Confira!
Noprovador.blog.terra.com.br - de Maria Sanz
Oficinadeestilo.com.br/blog - de Fernanda Rezende e Luis Zanete
Modasemfrescura.com.br - da própria Biti Avebach
Forademoda.com.br - de Ricardo Oliveiros
Aboutfashion.wordperss.com - de Luigi Torre
Oh!.com.br - de Olívia Hanssen
Descolex.com.br - de Glauco Sabino
Modapraler.com.br - de Laura Artigas
Filmefashion.com.br - de Alexandra Farah

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Sobre as modelos 1
A- Onde você estava ontem?
B- No Japão – fala com um tímido sorrido de satisfação no rosto.
A- Você vai participar do São Paulo Fashion Week?
B- Não posso tenho 15 anos - conta envergonhada.
A- Eu vou! Tenho 17, quase 18 - A colega diz atropelando com um farto sorriso de desprezo.
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Sobre as modelos 2
As carinhas angelicais mudam bruscamente quando um fotógrafo pede para tirar uma foto. A fila de entrada para passarela de um desfile de biquíni é palco para um estudo antropológico sobre o comportamento dos representantes máximos do mundo da moda. Elas colocam a mão na cintura, projetam o quadril para frente, a barriga para trás, espremem a boca num bico largo e olham com um olhar matador. Antes de entrar na passarela praticam agachamento para as coxas parecerem mais tonificadas. Nessa hora a cara sensual fica de lado e as meninas dão as mãos e uma apóia na outra para fazer o exercício. Nem os gritos déspotas do diretor do desfile abalam o divertido jogo de equilíbrio. Os bumbuns desnudos, salvo duas exceções, explicitam furinhos. Constatação invejosa? Não, o alívio de saber que elas são tão reais quantos as reles mortais de mais de 50 kilos e menos de 1,70m.
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Foto: Laura/Moda pra Ler - tirada nos bastidores do desfile da Poko Pano por Paolo Robba inspiranda no bairro baiano do Candeal.
Mais fotos dos bastidores da Poko Pano no www.flickr.com/photos/modapraler
O Moda pra Ler conseguiu credencial para o São Paulo Fashion Week. E dessa vez por conta própria. Apesar de muito trabalho paralelo, me esforçarei para trazer novidades aos leitores.
Devaneio rápido - Depois dos acontecimentos esportivos (futebolisticos principalmente), o São Paulo Fashion Week é o evento que mais atrai imprensa no Brasil. É engraçado perceber que as vinhetas de programas de atualidades na TV sempre têm a imagem de um desfile no meio. O mundo da moda é criticado por sua restrição, contudo com a mesma força é motivo de fascinação.
Ela é russa, mas nasceu na Alemanha. Segundo a designer de jóias Helene Afanassieff “aqui no Brasil a nacionalidade é definida apenas pelo lugar que nascemos”. Apesar da mescla de culturas em sua certidão de nascimento foi no Brasil que estruturou sua vida. Veio ainda criança com os pais fugidos da segunda guerra mundial. Aqui se formou arquiteta pela FAU na USP no final dos anos 60 e trabalhou na área desde então.
Nos anos 80 começou a fazer jóias no seu tempo livre até que as amigas começaram a pedir e hoje divide seu tempo entre o trabalho de professora no curso de arquitetura e em seu ateliê no centro de São Paulo. A habilidade para manusear alicates, formas e maçarico ela atribui ao pai, engenheiro que adorava ferramentas. Nessa entrevista ao Moda pra Ler, Hélene, conta um pouco como é o trabalho de um joalheiro e os desafios dessa profissão.
O que te atraiu na joalheria?
O fato de dominar o processo de produção. Quando você domina as ferramentas você é capaz de fazer tudo. Além disso, o joalheiro pode ser designer e artesão ao mesmo tempo.
Quais são as principais técnicas de joalheria?
Eu considero três. A composição, onde se trabalha com chapas e fios; a escultoria que se liga diretamente a escultura – onde se trabalha com formas volumétricas e a assemblaje, que é a técnica utilizada pela bijouteria de unir várias peças.
Qual das três técnicas você gosta mais?
Já passei pelas três. Atualmente trabalho mais com peças volumétricas, nas quais posso aplicar técnicas diferenciadas. Como gravura, por exemplo.
Fala um pouco dessa nova coleção
Gravei algumas peças com renda. A inspiração vem das formas da natureza principalmente. As formas naturais dão subsídios inesgotáveis para a criação.
Quais materiais você gosta de trabalhar?
Prata e Ouro. E adoro pedras como âmbar, pérola, madre-pérola, também com fósseis.
Você desenvolve sua coleção de forma autônoma. É difícil conseguir matéria prima e bons parceiros?
Não. São Paulo é uma cidade maravilhosa para quem trabalha com joalheria. No entorno da Praça da Sé há muitas lojas que vendem a matéria prima. Assim como bom ourives para trabalhar em parceria. No entanto, quem quiser se dedicar a joalheria vai precisar de um bom investimento.
No que a formação em arquitetura te ajuda?
Assim como na construção, na joalheria cada peça precisa de um projeto.
Como é o mercado de jóias no Brasil?
No Brasil existe um problema sério de não valorizar o artesanato. Aqui você compra uma renda artesanal linda no nordeste por um preço muito baixo. No Estados Unidos e na Europa é o contrário. O trabalho feito a mão custa o triplo. No Brasil o mercado também é muito divido há jóias, semi-jóias, bijouteria – até a questão semântica no Brasil é complicada.
A gente conhece jóia como brinco, colar, pulseira, mas a joalheria é que isso, né?
Lembro uma vez que a designer Miriam Mamber chamou alguns arquitetos para desenvolver jóias. E foi bem interessante ver as jóias com outra funcionalidade. Não apenas esse comum que conhecemos.
Você tem projetos nesse sentido?
Sim, eu e o Paulo (Mendes da Rocha - seu marido) queremos desenvolver uma linha de objetos para casa. Já temos algumas coisas em curso.
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Imagens: Helene Afanasieff/ Divulgação
Contato: heleneaff@terra.com.br
Nesse sábado tem bazar de dia dos namorados na novíssima galeria de arte Polinesia.
A cada quinze dias Ilana Tzirulnik e Pedro Caetano reunem os amigos e promovem o Sábado na Polinésia sempre com arte, música e drinques. Neste dia 9 a novidade é uma venda especial das marcas: Apego, Diego Catani, Eduardo Inagaki, Hihawai, Pacolli e Sensee.
O som fica a cargo de Albertinho dos Reys e Ponyboy. Nas paredes e no chão, a exposição “Acampando en su living” do artista plástico Tomas Malvicino.
Aliás, a galeria representa alguns artistas que já trabalham ou já trabalharam com moda como Adriano Costa e Raquel Uendi. “Nos sentimos muito a vontade para criar esse paralelo entre moda e arte. Consideramos as camisetas da nossa lojinha tanto como as gravuras, só que num suporte diferente”, conta Ilana que pretende usar seu a Polinesia para ampliar o dialogo entre moda e arte. “Acreditamos que é possível trazer a moda para as salas de exposição e pretendemos dar espaço para esses projetos”.
Sábado na Polinesia
Dia 9 de junho, das 14 às 21 hs
Rua Pedro Taques, 110
O Blogview, projeto de cobertura de blogs em que o Moda pra Ler faz parte, está realizando cobertura pioneira no Fashion Rio. Não pude ir ao Rio, mas a Biti Averbach do Moda Sem Frescura, a Fernanda da Oficina de Estilo, o Glauco do Descolex, o Luigi do About Fashion foram e estão fazendo ótimos posts em conjunto.
A dupla de estilistas Patrícia Almeida e Monayna Pinheiro, cria da faculdade Santa Marcelina, começou vendendo para as amigas e pela internet. Agora, com os passos exetremamente calculados, elas querem ganhar espaço fora do hype paulistano.
Nesse rápido papo com o Moda pra Ler, Monayna falou sobre as dificuldades de criar e gerenciar ao mesmo tempo, além de revelar o por que das suas estampas temáticas a cada coleção.
Porque o nome Apego?
Porque é o sentimento de simpatia, afeição que temos com o material - no caso a roupa.
Qual o conceito da marca?
A Apego surgiu do desejo de fazermos uma roupa comercial, mas de forma mais exclusiva, em pouca quantidade, com um trabalho diferenciado de estampas, por um preço mais acessível.
O crescimento foi relativamente rápido. Como se organizaram para isso?
Fomos nos organizando aos poucos. Primeiro abrimos nossa lojinha anexa ao Bar Drosophyla. Fizemos o lançamento no bar e iríamos permanecer na lojinha por apenas uma semana. Nesse mês a parceria Drosophyla e Apego completa 1 ano! Depois desenvolvemos nosso site de forma cuidadosa, e aí percebemos que já era tempo de sairmos do Bom Retiro, pois lá já não tinha muito a ver a gente. Agora estamos em um novo momento, nos organizando para a venda de atacado. Esse é um dos maiores desafios para as jovens marcas.
Enquanto muitos estilistas optam por vender em atacado, vcs optaram por abrir uma loja. Por que?
Porque é sempre importante ter mais pontos de venda. Aqui no atelier trabalhamos e temos a nossa loja. O espaço é super bonitinho e tem tudo a ver com a gente. Estamos iniciando o atacado agora, nos adaptando, entrando no “timing” certo.
Vocês fizeram faculdade de moda que tem pouca ênfase nos negócios. Como criar e também gerenciar uma empresa?
É um desafio diário. Aprendemos e erramos no dia-a-dia. Infelizmente tem pouco espaço para o erro no mercado. Na faculdade você pode errar, no sentido de experimentar, coisa que você não pode fazer no mercado porque o preço pode ficar caro e pode inviabilizar o seu negócio.
As coleções de vocês sempre têm um “desenho tema” no verão foram pássaros e agora são os guarda-chuvas. Esses desenhos são pontos de partidas que vocês adotam ou conseqüência da criação?
Conseqüência da criação. O tema do verão era “Escapismo”, por isso adotamos o pássaro, que é livre, como imagem. Já o de inverno era “Sombra”. Por isso os guarda-chuvas, sombreiros.
Para quais mulheres é a roupa da Apego?
Mulheres independentes, com informação de moda e design, profissionais liberais… Uma coisa que é engraçada é que vendemos muito para outras estilistas!
como começou a relação de vocês com o bar drosophyla?
Entramos em contato com a Lili (dona do Drô) para lançarmos a coleção de inverno 2006 no bar. Ela de cara adorou a idéia e a Apego! Ela é uma pessoa muito ligada em arte, design, e sempre nos apoiou! Tanto que faz um ano que temos essa parceria.
Dá resultado vender a noite?
Dá, né? Rrsrsr* Engraçado, pois no começo as pessoas não entendiam que a loja só abria à noite. Achavam sem sentido. Agora já tem uma associação da “lojinha do Drô”, com um horário alternativo. E lá a gente trabalha com um esquema outlet, vendendo peças de coleções passadas por um preço mais em conta, além das peças da coleção atual. Além das vendas, acaba rolando uma divulgação bacana também!
Hoje as lojas buscam vestir as mulheres da cabeça aos pés. Vocês vendem acessórios. Pretendem vender sapatos?
No momento, ainda não temos um plano concreto. No futuro, por que não?
No caso dos acessórios são vocês que desenham?
Desenvolvemos em parceria com o estilista Duda Laurino.
Como fazer a diferença num mercado em que novos estilistas surgem todos os dias?
Percebi que o desafio maior no mercado não é começar, é permanecer. Acreditamos na profusão de canais de venda: diversos pontos de venda físicos, venda pela internet, vendas especiais etc. Assim atingimos as clientes de uma forma mais abrangente.
Alguns novos estilistas cobram valores muito altos porque tem que pagar o alto custo de produção. Por que vocês optaram por praticar preços mais acessíveis?
Achamos que a solução é vender em maior quantidade e não aumentarmos o valor das peças. É melhor do que vender poucas peças por um preço mais caro.
A marca está com uma boa notoriedade no mundo da moda paulistana. Quais os planos da marca?
Já vendemos para outros estados. Mas gostaríamos de nos estruturar melhor, fortalecendo nosso atacado. Daqui a duas ou três coleções, também pretendemos desfilar!
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Fotos Inverno 2007 Nina Jacobi/ Divulgação
Site: http://www.apego.com.br
Bazar
Até o dia 06 de junho Sallomeh e P´tit, que acabou de desfilar na casa de criadores, fazem uma venda especial de suas coleções. Rua Moacir Piza, 65 (entre a Bela Cintra e a Hadock)
Curso
Dudu Bertholini ataca de professor na Escola São Paulo.
R$50,00 pra você se bertolinizar - oportunidade única na próxima segunda-feira.