moda pra ler


Moda pra ler recomenda
Novembro 30, 2006, 12:51 pm
Arquivado em: Dicas

A Oficina Cultural Oswald de Andrade abre no dia 4 de dezembro incrições para os workshops de férias. Os eventos são gratuitos. Os candidatos passam por seleção.

Na área de moda são duas opções (em baixo), mas também tem teatro, gestão cultural e multimídia.

Durante todo ano as Oficinas Culturais do Estado oferecem cursos em diversas áreas. É uma ótima chance para quem quer se atualizar com qualidade e sem gastar nada.

Horário de inscrições: De Segunda a Sexta das 10 às 20h e Sábado das 10 às 18h.
Oficina Cultural Oswald de Andrade
Rua Três Rios, 363. Estação Tiradentes do Metrô.
Telefone: (11) 3221-5558 - 3222 2662

WORKSHOP “O CINEMA E A MODA – DIREÇÃO DE ARTE E FIGURINO”
25 vagas
Coordenação: Marcos Pedroso
11, 13, 15, 18, 20 e 21/12/2006 – segundas, quartas e sexta-feira - 19h às 22h - ( 21/12 - quinta-feira- 19 às 22h)
Público-alvo: estilistas, figurinistas, aderecistas e estudantes de moda e artes cênicas
Seleção: currículo breve e carta de interesse
Inscrições até 8/12/2006

Marcos Pedroso é diretor de arte e figurinista de renome no cinema nacional, tendo trabalhado em filmes como Cinema, Aspirina e Urubus (concorrente ao Oscar de melhor filme estrangeiro pelo Brasil) e Madame Satã. Neste workshop ele tratará da história da direção de arte e figurinos no cinema e do seu processo de trabalho. O objetivo é instrumentalizar os participantes na especialidade da direção de arte e figurino.

MODA E DESIGN

CICLO DE PALESTRAS “DESIGN, RECICLAGEM E MEIO AMBIENTE”
80 vagas
Coordenação: Oficina Cultural Oswald de Andrade
20/12/2006 e 15/1/2007 – quarta e segunda-feira – 19h às 22h
Temas e Palestrantes:

20/12 – “Design e Responsabilidade Sócio-Ambiental” - Christian Ullmann
Inscrições: 11 a 20/12/2006

15/12 – “Design, meio-ambiente e mobiliário urbano” - Lao Napolitano

Público-alvo: estilistas, designers, estudantes de arquitetura e áreas afins
Inscrições:11/12/2006 a 15/1/2007
Seleção: primeiros inscritos

Christian Ullmann é argentino, radicado no Brasil, e com vasta experiência no design voltado para as questões de meio-ambiente, tanto urbano, com reciclagem de resíduos, como na Amazônia, com o desenvolvimento de produtos junto a comunidades da região, no sentido de sustentabilidade e preservação da Natureza.

Lao Napolitano é engenheiro civil, especialista no desenvolvimento de brinquedos e equipamentos urbanos dentro dos princípios do Eco-Design, com reaproveitamento de resíduos e utilizando produtos certificados ambientalmente.



Som da Moda
Novembro 30, 2006, 2:01 am
Arquivado em: Moda e Música

Prada e Gucci frequentam as letras de música (e o armário) dos astros do hip hop estadounidense. Jay-Z, Black Eyed Peas e 50 cent são alguns que citam as marcas mais cobiçadas do mundo. Aí em baixo a versão da bonitona Byonce para a música “In da Club” do 50 Cent. Boas compras.

In Da Club

Go shorty, it’s Beyonce,
We gon’ party like, it’s ya birthday,
We gettin’ naughty like, it’s ya birthday
So put ya drink up in the air if you feel sexy!

I’m the chick with the hot ish, manolo blahnik,
Jimmy choo
kicks, killin’ it, who you with?
Me & my girls at the party with the diamond zinati’s
I’m that classy mami with the Marilyn Monroe body.
I’m that fly chick 5*6 Marc Jacob mini
Ghetto fabolous, glamourous, its effortless
Make up light, we with my pastel luis
Designer scarf, work of art, rockin’ vintage Gucci.

You can find me in the club, sippin’ on some buds,
Daddy I got what you need you’s a sexy little thug,
Don’t wanna be your girl I ain’t lookin for no love,
So come give me a hug, sexy little thug.

You can find me in the club, sippin’ on some buds,
Daddy I got what you need you’s a sexy little thug,
Don’t wanna be your girl I ain’t lookin for no love,
So come give me a hug, sexy little thug.

My nails my hair my diamond rings,
Shining with all my fancy things,
My crib my car my clothes my jewels,
Why you mad? Cause I came up and I ain’t changed.

I’m that girl wearing chanel pearls,
Chandeliers in my ears from Bailey Bank and Biddle
Ya feelin my style, ya feelin my flow
Hair sheek, smells sweet, like flow to flow?
I’m the lady sipping baileys while I strut like a model
If the ladies wanna hate me I jus send them a bottle
I kno I got it but don’t flaunt it even though brothas want it,
Dancin’ dirrty while I’m flirtin, ’cause he’ checkin’ up on me.

You can find me in the club, sippin’ on some buds,
Daddy I got what you need you’s a sexy little thug,
Don’t wanna be your girl I ain’t lookin for no love,
So come give me a hug, sexy little thug.

You can find me in the club, sippin’ on some buds,
Daddy I got what you need you’s a sexy little thug,
Don’t wanna be your girl I ain’t lookin for no love,
So come give me a hug, sexy little thug.

My nails my hair my diamond rings,
Shining with all my fancy things,
My crib my car my clothes my jewels,
Why you mad? Cause I came up and I ain’t changed, ohhh

ohhh, ohhh ohhh, ohhh!
ohhh, ohhh ohhh, ohhh.
ohhh, ohhh ohhh, ohhh!
ohhh, ohhhoooooooooooooooooooooowww!! (into hook)

You can find me in the club, sippin’ on some buds,
Daddy I got what you need you’s a sexy little thug,
Don’t wanna be your girl I ain’t lookin for no love,
So come give me a hug, sexy little thug.

You can find me in the club, sippin’ on some buds,
Daddy I got what you need you’s a sexy little thug,
Don’t wanna be your girl I ain’t lookin for no love,
So come give me a hug, sexy little thug.



Moda na publicidade
Novembro 30, 2006, 1:16 am
Arquivado em: Dicas, Jornalismo de Moda

Texto bem didático sobre figurino para publicidade publicado pelo Blog da IFD

Propaganda e Moda

A roupa que uma pessoa usa em uma peça publicitária é fundamental para que ela passe sua mensagem com sucesso. Por isso, a publicidade conta com um profissional dedicado a essa área: o figurinista.

A função do figurinista de publicidade é traduzir visualmente um contexto: a origem social, a idade e até a situação para a qual a pessoa está vestida. É ele quem ajuda o anúncio a se tornar mais real. Fácil? Não é bem assim. O figurino de uma peça ou campanha é uma forma de a empresa comunicar a seu público a seguinte mensagem: “veja como eu tenho muita coisa em comum com você”. Mais do que isso: “veja como eu sou a cara de tudo aquilo que você quer ser”.

O trabalho do figurinista não se limita à escolha de determinada roupa: para realizar sua função da melhor maneira possível, ele precisa estar antenado com os objetivos de marketing da empresa, estudar profundamente o público-alvo, analisar o posicionamento da marca e as estratégias criativas que direcionaram a peça ou a campanha em questão.

De acordo com as figurinistas Ellen Igersheimer e Adriana Regen, o figurinista de publicidade costuma trabalhar com estereótipos, para que a mensagem seja compreendida imediatamente pelo maior número possível de pessoas. Elas alertam também sobre o bom senso que deve ser utilizado em relação às novas tendências: as pessoas não se vestem como em editoriais de moda.

Se existe uma máxima que resume o papel da moda na propaganda, ela pode ser definida da seguinte forma: em publicidade, a moda não dita o figurino - ela é um instrumento de adequação à realidade do momento.


Continua aqui…

***
Dica da Flavia Durante



Bazar com surpresa
Novembro 24, 2006, 8:10 pm
Arquivado em: Dicas

A marca hihawai e outros novíssimos estilistas promovem um bazar no próximo final de semana (1,2 e 3 de dezembro). Além das roupas, tem música e surpresas!!!

Rua Peixoto Gomide, 1596 cj.2



radar
Novembro 24, 2006, 7:53 pm
Arquivado em: Dicas

Ontem recebi um convite virtual para a inauguração da loja da Andrea Simioni nos Jardins em São Paulo que puxava para uma notícia no site Radar 55. Achei o site bem bonitinho, cheio de notícias sobre novos estilistas e lugares para conhecer no Rio e em São Paulo. Hoje na capital paulista rola o lançamento da coleção de jóias da Isabela Capeto. Fica a dica.



moda de anorexia na mídia
Novembro 22, 2006, 5:22 pm
Arquivado em: Análise

A Época, a Veja e a Isto é dedicaram suas capas a reportagens sobre anorexia puxada pela morte da jovem modelo Ana Carolina Reston.

Deixo os leitores com três textos muito interessantes. O primeiro um artigo muito esclarecedor de Alberto Dines no Observatório da Imprensa, o segundo uma entrevista que a editora de moda Iesa Rodrigues concedeu ao jornalista Mauro Malin também do Observatório, o terceiro uma crônica que o Luís Nassif colocou no seu blog.

Esses textos trouxeram algumas conclusões:
- A mídia está a serviço dessa industria de magreza que movimenta muitos milhões, inclusive em anuncios publicitários. A situação não tem chances de mudar enquanto estimular a magreza for rentável.
- No mundo real, sem glamour, cheio de contas para pagar o simpático jargão “quem gosta de osso é cachorro”, faz todo sentido.

***
ANOREXIA & AMNÉSIA
Ela conseguiu ser capa de revista: quando morreu

Por Alberto Dines em 21/11/2006
Toda a mídia tem falado da morte da modelo por anorexia. Tirando a lamentável perda de alguém tão jovem, vejo muita hipocrisia na cobertura. Até que ponto a imprensa não ajuda na produção dessas pessoas? Vou explicar: às vezes recebo junto com o meu jornal, um encarte de moda. No último, alguns meses atrás, as modelos eram tão magras que mais pareciam estar na sala de espera de uma clínica para atendimento de anorexia. Vocês valorizam esses “modelos de beleza”, “vendem” estes produtos e depois se dizem chocados !Por que não boicotar este tipo de exploração da magreza humana? Amélia Artes, leitora, para o Ombusdman Marcelo Beraba, Folha de S.Paulo, 19/11, pág. A-6

A linda modelo Ana Carolina Reston está nas capas das revistas Veja, IstoÉ e Época. Antes, durante três dias, freqüentou as primeiras páginas dos jornais e as escaladas dos telejornais.

Estilistas e agências de modelos foram escolhidos pela mídia como culpados pela tragédia. E são mesmo culpados: impuseram um padrão de beleza perverso, antinatural e macabro, apenas para atender ao espírito novidadeiro e fútil da indústria da moda. Mas quem multiplicou este estúpido paradigma em sonho coletivo? Quem transforma essas adolescentes em zumbis fixadas apenas em alcançar os 15 minutos de fama, cachês fabulosos e filas de namorados?

Amélia Artes, a leitora da Folha, mora em São Paulo, não é militante política, não está a serviço de facções, não recebeu a tarefa de linchar um jornalista. Estava exercendo o seu dever de sofrer. Tocada pela tragédia, percebeu que estava faltando aquele elo do círculo vicioso que converte a obsessão pela fama num ideal de vida – a mídia.

A anorexia de Ana Carolina mostrou a amnésia da nossa mídia. Não foram os jornais e revistas que inventaram a balela do glamour do mundo fashion. Mas quem martela continuamente esta balela nas capas, reportagens, colunas sociais, empresariais, telejornais e telenovelas é a mídia. Na ânsia de faturar anúncios das coleções da próxima estação e abiscoitar algumas assinaturas no segmento feminino, jornais responsáveis ultimamente aderiram de forma pouco crítica e leviana à febre das fashion weeks, eventos puramente comerciais disfarçados em fatos jornalísticos.

Pagam-se altos cachês às celebridades para se deixarem fotografar nestes eventos, mas o que se oferece àquelas raparigas tontas e magricelas é a promessa de sucesso. Desde que não comam, não tenham prazeres e vivam como robôs fingindo uma felicidade que jamais experimentaram e dificilmente experimentarão.

Estilistas em geral estão se lixando pelas preocupações morais, também as agências de manequins, mas a imprensa noticiosa não tem o direito de esquecer o “contrato social” com seus leitores. Revistas especializadas em Moda & Beleza têm compromissos diferenciados, operam em faixa própria, meio caminho entre o jornalismo e a promoção comercial. Mas instituições jornalísticas comprometidas com a missão de proteger a sociedade por meio da informação correta não podem adotar ares de doidivanas.

O sonho de Ana Carolina Reston era ser cover-girl, garota da capa. Conseguiu: três na mesma semana! A mídia, desta vez, até que foi generosa. Mas esqueceu sua parte nesta forma charmosa de suicídio.

***

Magreza e vendas

Editora de moda do Jornal do Brasil há muitos anos, Iesa Rodrigues explica que os estilistas encomendam às agências modelos magérrimas porque querem que as roupas pareçam folgadas.

Iesa:

- Primeiro, a moda vem vindo de um ciclo de roupa justa, uma roupa que estreita. Faz parte do ciclo normal da moda ir justamente para o lado oposto. Quando todo mundo está usando a roupa justa, coladinha, isso já chegou à rua, aí a moda que lança as novas idéias começa a partir para o lado oposto. Provavelmente, isso vai levar uns três anos para “pegar”. A moda vive disso, de sugerir coisas opostas. E outra coisa é o seguinte: imagina quão mais cara pode ser uma roupa que tem muito mais tecido.

E eles pegam aquele padrão das meninas do Leste Europeu, belgas, como base. E aí eles querem que todo o elenco tenha aquela mesma medida. Uma medida padrão, que nos anos 80 era um padrão 90 [centímetros de quadris], eu acho que já está em 86, 85. Para uma menina de um 1 metro e 80, é muito pouco.

Mauro:

- Imagem está relacionada com vendas, segundo a editora de Moda do JB.

Iesa:

- A finalidade disso é mostrar a roupa bem na passarela e nas fotos. Porque se a roupa já é larga e ela for vestida numa pessoa de tamanho 42, 40, não vai convencer ninguém de que aquilo é bonito. Existe essa visão. Existe essa visão. Para você convencer alguém de que aquilo é bonito, a coisa não pode parecer engordativa, nem envelhecedora, nem nada. Então, você tem que ter um corpo certo para aquele tipo de roupa. Por exemplo, quem faz moda praia não pode usar esse tipo de menina muito magra, porque não valoriza. Um biquíni numa menina superfininha não valoriza. Precisa ter um outro tipo de modelo.

Mauro:

- A magreza exagerada também é filha de circunstâncias técnicas relacionadas à imagem, diz Iesa.

Iesa:

- Na passarela ela parece uma menininha, assim, adolescente. Quando ela sai da passarela, você vai para o camarim, ela tem 1 metro e 80, ela é enorme, e é muito mais magra do que parece. Porque a passarela, visualmente, ela engorda a pessoa. Eu acho que são quatro quilos na foto, não sei, cinco quilos na passarela, sete quilos na TV. Visualmente, engorda a imagem da pessoa.

Mauro:

- A jornalista reconhece que a imprensa, a despeito das limitações que encontra, não é obrigada a se deixar arrastar por uma estética mórbida.

Iesa:

- A gente pode falar nisso: “Olhem para suas filhas, olhem, literalmente”. Eu não vou te dizer que eu vou botar meninas gordinhas nas minhas fotos, porque eu não vou ter roupa. O estilista, quando ele empresta as roupas, já empresta naquele tamanhinho. Eu não acho bonito. Normalmente, a gente evitar usar essas assim, bem… Biafra, mesmo. Porque não fica bonito na foto. Na passarela fica porque elas estão até em movimento. Mas a foto cristaliza aquela coisa estranha que é um esqueletinho.

Mauro:

- Iesa Rodrigues admite que a mídia tem, fora das páginas de opinião, caminhos pragmáticos para se contrapor à ditadura da moda.

Iesa:

- Nada supera a imagem. Se você começar a botar mulheres maravilhosas que não são esse padrão 00, as pessoas se convencem mais.

Por trás das nuvens

A morte de uma modelo anoréxica questiona, não se sabe por quanto tempo, a submissão da mídia a interesses comerciais. A morte de 154 pessoas do avião da Gol só muito lentamente, e com atraso constrangedor, levantou o véu que encobria o estado dos serviços de controle do tráfego aéreo no Brasil. O movimento dos controladores mostra duas fragilidades: a da aviação civil e a da cobertura jornalística.

***
Meninas da Moda

Ah, meninas da moda, de rosto exangues, de pernas finas, com o ar triste de pássaros engaiolados, o que o mundo da moda fez com vocês? Tirou sua juventude, extirpou de sua expressão a alegria da adolescência, do seu olhar o frescor da juventude, a sexualidade jovem e sadia das outras meninas da sua geração, chupou o seu sangue de tal maneira que o corpo esquálido reflete apenas tristeza da celebração antecipada das purgações da vida adulta.

São estranhas criaturas, com o corpo cinzelado por sopros de anemia, esquálidas, indiferentes, não indiferentes, tristes mesmo, de uma tristeza extravagante, mais discreta que a dos jovens góticos que se estraçalham buscando diferenciações grotescas, mas igualmente tristes.

Aqueles expõem suas chagas, castigam-se por pecados que nem identificam; estas expõem seus ossos como se, nesse mundo do espetáculo permanente, qualquer outra forma de expressão humana já tivesse sido suficientemente banalizada.

Tristes meninas.

***
Crédito da Imagem:
Fotos de Alexandre Schneider/UOL - tirada do blog do Luis Nassif



Som da moda
Novembro 21, 2006, 10:07 pm
Arquivado em: Moda e Música

Depois de quase uma semaninha de atraso o Moda pra Ler volta sexy. “You Can Leave Your Hat On” na voz rouca de Joe Cocker narra um streap-tease em que só o que sobra é o chapéu. Clichê até não poder mais, mas exatamente por isso muito divertida. Detalhe: o You tube também tem clipes caseiros desta música.

You Can Leave Your Hat On
Randy Newman

Baby take off your coat
real slow
and take off your shoes
I’ll take your shoes
Baby take off your dress
yes yes yes
You can leave your hat on
You can leave your hat on
You can leave your hat on

Go on over there
turn on the light
no all the lights
Come over here
stand on this chair
that’s right
Raise your arms up to the air
no shake ‘em

You give me a reason to live
You give me a reason to live
You give me a reason to live
You give me a reason to live
Sweet darling

You can leave your hat on
You can leave your hat on
feeling
you can leave your hat on
you can leave your hat on
you can leave your hat on
you can leave your hat on

Suspicious minds a talkin’
try’n’ to tear us apart
they don’t believe
in this love of mine
they don’t know I love you
they don’t know what love is
they don’t know what love is
they don’t know what love is
I know what love is
Sweet darling
You can leave your hat on
You can leave your hat on
Feeling
You can leave your hat on
You can leave your hat on



Moda pra ler entrevista: Flávia Cunha
Novembro 15, 2006, 4:42 pm
Arquivado em: Entrevistas


Inspirada por sua segunda gravidez, há três anos e meio, Flávia Lemes da Cunha deixou de lado a carreira de executiva na área de telecomunicações e decidiu abrir seu próprio negócio. Assim nasceu a Maria Barriga, marca especializada em roupas para gestantes.

O desafio de Flávia é fazer roupas que valorizem o corpo a cada fase da gestação. Além da preocupação com o visual a marca também procura deixar as futuras mamães bem informadas, para isso a marca mantém um site cheio de dicas de saúde e bem estar.

Nesse papo com o Moda pra Ler a empresária conta um pouco como é fazer moda para essa fase tão esperada pela maioria das mulheres.

Você tem filhos?
Sim, tenho 2

Sua gravidez foi a motivação para abrir a loja?
Montei depois que soube da minha 2 ª gravidez e com certeza a foi minha motivação.

Você já trabalhava com moda?
Não eu não sou da área de moda. Era uma executiva do mercado de telecomunicações e decidi investir em um negócio próprio, que foi a confecção de moda grávida por não achar nada legal no mercado

Como é feita a pesquisa para desenvolver as coleções da Maria Barriga? A inspiração vem das tendências da moda, ou no caso da moda gestante tem alguma especificidade?
Eu me inspiro na tendência de moda, mas não dá parta seguir todas as tendências pois temos que considerar as barrigas. Mas pesquisa em sites, revistas,na rua, em livros , viagens para exterior. Priorizamos o conforto e a beleza.

Como é a moda para gestantes fora do país? Tem tendências próprias?
Tem sim um mercado mais evoluído. Nos EUA não há tendência, trabalham com o básico na Europa já tem grifes muito legais e com preocupação na beleza e conforto também.

Qual a maior queixa das grávidas na hora de comprar roupa?
Elas reclamam que não encontram roupas atuais, modernas e confortáveis. Querem usar calça jeans. Querem peças sem grandes excessos de tecidos e peças mais básicas, já que compram para um período.

Qual a dúvida mais freqüente das clientes das lojas? O que elas mais buscam?
As gestantes buscam calças e vestidos em geral.

Durante a gravidez o corpo da mulher muda muito. Na Maria Barriga, a roupa pode ser usada do primeiro ao nono mês?
Sim todas as nossas peças são ajustadas e podem ser utilizadas do início ao final da gravidez

Algumas grávidas acabam optando por roupas mais simples porque dizem que o preço das roupas de gestante são caras na medida que só serão usada num curso espaço de tempo. Como vencer essa idéia?
Nosso posicionamento é trabalhar com clientes que gostam de moda e nosso preço é justo frente às peças de mercado. Hoje a mulher trabalha e tem que estar arrumada e vai precisar de roupas que tenham modelagem adequada para este momento. Hoje não precisa convencer muito, tem que ter uma peça bonita, confortável em modelagens e tecidos, e preço também interessante. Nossas peças podem ser utilizadas depois e no pós parto, a maioria das peças tem aberturas para facilitar a amamentação.

Os tecidos com elastano são muito usados em roupas para gestante, mas as roupas da Maria Barriga são feitas também com outros tecidos. Como trabalhar tecidos mais rígidos como a sarja em roupas para grávidas?
Privilegiamos os fios naturais é possível não em todas as peças, e isto é uma grande luta de modelagem.

As roupas da Maria Barriga são mais ajustadas. Uma das propostas da loja é mostrar a sensualidade da mulher grávida?
Sim. As clientes gostam de roupas sem excessos mais moldadas ao corpo. Optamos também por utilização de poucas estampas, mais tecidos fluídos e com toque agradável.



***
Crédito das Imagens:
Modelos da coleção primavera/ verão 2007http://www.mariabarriga.com.br



Som da Moda
Novembro 12, 2006, 6:22 pm
Arquivado em: Moda e Música

O New Order está em turnê pelo Brasil. Para entrar no clima o Moda pra ler escolheu um dos trailers de Marie-Antoinette, da Sofia Copolla, embalado por um trechinho de “Age of Consent”.

A música é faixa número 1 do álbum “Power, Corruption And Lies” de 1983. Apesar de estar nesse trailer, ela não consta na trilha sonora oficial do filme que inclui, no entanto, “Ceremony” também dos ingleses.

Age of Consent

Won’t you please let me go
These words lie inside they hurt me so
And I’m not the kind that likes to tell you
Just what I want to do
I’m not the kind that needs to tell you
Just what you want me to

I saw you this morning
I thought that you might like to know
I received your message in full a few days ago
I understood every word that it said
And now that I’ve actually heard it
You’re going to regret

And I’m not the kind that likes to tell you
Just what you want me to
You’re not the kind that needs to tell me
About the birds and the bees

Do you find this happens all the time
Crucial point one day becomes a crime
And I’m not the kind that likes to tell you
Just what I want to do
I’m not the kind that needs to tell you

I’ve lost you [x5]
I’ve lost you [x5]
I’ve lost you [x5]



Moda pra ler recomenda
Novembro 12, 2006, 5:00 pm
Arquivado em: Dicas

O Moda pra ler adora brechós. Ontem descobri o “Varal do Beco“, um brechó para quem curte roupas retrôs. Fica frente da Sala UOL de Cinema na Fradique Coutinho em Pinheiros e para chegar tem que descer uma escadona. Vale o exercício!

Elis, a dona, contou que trabalha com brechós há 5 anos, e há 1 ano e meio resolveu abrir o espaço. Ela busca roupas em todos os cantos e que toda semana tem coisa nova.

O espaço é bem organizado blusas, camisas, vestidos, vestidos chemisier, calças, saias, casacos, camisolas, acessórios, entre outras coisas. Tem roupa masculina também. Camisas bem estilosas principalmente. Você encontra vestido por 20, 30. Tinha un trench-coat beje lindo por R$88.

Varal do Beco
Rua Fradique Coutinho, 372
Tel. 11 3085.7517
Segunda à Sábado, 9h30 às 19h30
http://www.brechodeepoca.com.br/