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O muro de tijolinho e a pose descontraída da nova campanha da marca italiana Energie lembra duas capas dos Ramones: “Ramones” (1976) e “Rocket to Russia” (1977)
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Crédito das imagens:
Ramones: divulgação
Energie: site
O muro de tijolinho e a pose descontraída da nova campanha da marca italiana Energie lembra duas capas dos Ramones: “Ramones” (1976) e “Rocket to Russia” (1977)
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Crédito das imagens:
Ramones: divulgação
Energie: site
Amanhã, sábado, 30/10, Zil e Gisele Nasser promovem vendas promocionais para liquidar o estoque de coleções antigas. Os descontos são de até 80% para as duas marcas.
Na Zil as peças ficarão num espaço especial na loja da Oscar Freire e a Gisele Nasser abre as portas do seu ateliê na Vila Nova Conceição.
“Dia especial na Zil!”
Rua Oscar Freire, 518 - Jardins
11 3086 0569
10:00 ás 19:00 hs
Bazar Gisele Nasser
Rua Silvania, 150
11 3045 7643
10:00 ás 18:00 hs
Pagamento somente com cheque (até 3x) e dinheiro
Em 1965 a lendária editora da Vogue América Diana Vreeland anunciou que Londres era o lugar mais descolado do mundo. E 1966 a revista Time citou o termo Swinging London e concretizou a capital inglesa como a Meca do cool nos anos 60.
Essa breve introdução é pra explicar de onde vem a tendência sessentinha que invade as coleções de verão 2007 no Brasil e lá fora também.
Os anos 60 foram uma década de grandes revoluções no comportamento e na política. Os jovens tomaram as rédeas da história e mudaram o rumo de tudo.
Foi uma década plural para a moda. A evolução e a variedade surgida em dez anos foi mais rápida que a acontecida nos 50 primeiros anos do século.
Os anos sessenta na moda lembram: grafismos, formas geométricas, tecnologia, hippie, e nessa coleção o revival dos 60 se apropria de alguns desses elementos para reviver a swinging london.
A Swinging London foi muito além de cabelos lisos, longo, franjinha e mini-saia, também envolveu música e cinema. Vamos aos ícones para o leitor entender o espírito do movimento:
1- Música: Beatles - antes do Sgt. Peppers quando o estilo musical da banda muda bastante e o visual também.
2- Cinema: “Depois daquele beijo” ou Blow Up, de Michaelangelo Antonioni, conta a história de um fotógrafo de moda. Veruska uma famosa modelo famosa da época atua no filme.
3 – Moda: Mary Quant e a mini-saia. Biba, a lendária marca criada por Barbara Hulanicki, que ficava na Kings Road e era febre entre as moças descoladas.
A Swinging London pode ser interpretada como o último grito dos ingleses como país dominante frente a ascensão norte-americana que corria desenfreada desde o término da segunda guerra mundial.
Na moda dessa coleção de verão 2007 a volta a Swinging London fica clara nos mini vestidos trapézios, estampas gráficas e o rosto na moldura da franjinha e dos fios lisos. A marca carioca Totem explicitou a referência e trouxe para a passarela o Swinging Summer.
A revival faz Biba voltar em boa hora. Sua novíssima coleção é assinada por Bella Freud, não por acaso, neta de Sigmund.
Outros exemplos de Swinging London nas passarelas daqui:
A Fashion FM é uma rádio italiana transmitida na região de Bolonha e Modena e também é transmitida pela internet.
A programação tem músicas tipo passarela. A rádio tem 6 djs residentes e mais de 25 djs convidados que tocam música eletrônica de todo tipo, soul, funk, muita música francesa e uma ou outra brasileira. Ouvi “Bob” do Otto!
No intervalo entre uma música e outra tem entrevistas com personalidades da moda e celebridades, dicas de alimentação (muito engraçado) e bem estar, baladas e tendências.Além da rádio o site tem notícias sobre o mundinho, fotos dos desfiles. Sonzinho bacana para embalar a busca pela última moda na internet.
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Dica da Rossana
Em cartaz no Teatro Sergio Cardoso em São Paulo até domingo a Companhia de dança Deborah Colker apresenta “Dínamo”. A coreografia é une “Maracanã”, encomendada pela Fifa e apresentada na Alemanha durante o período da Copa, e “Velox” de 1995, feita em uma parede de alpinismo. Na manhã de hoje, Deborah Colker aproveitou sua estada em Sâo Paulo e fez uma palestra na faculdade de arquitetura Escola da Cidade, no centro.
A bailarina e coreógrafa fala com emoção dos seus projetos, que são os resultados da integração entre movimento e espaço, necessidade e a precisão. Todos os seus espetáculos têm um viés filosófico, ora Bauhaus, ora Freud, ora a repressão da sociedade. São teorias traduzidas em cenário, figurino e em movimentos precisos. “Quando eu digo ao bailarino que ele deve cair aqui. É aqui! Não é mais para o lado”, conta com rigor.
Ver Deborah Colcker falando sobre arquitetura faz pensar que a coreógrafa é uma grande arquiteta. Ela projeta a sincronia forte e poética entre cenário, dança, música e figurino.
“O processo de criação é uma das coisas mais incríveis da vida. O começo é muito difícil. Quando inventei de fazer o espetáculo ‘Nó’, ficamos quase um ano ensaiando e não saia nada. Durante a montagem faço questão que todo mundo que participa sinta o conceito. Nunca liguei para alguém e encomendei uma trilha sonora ou um figurino”.
Ela conta com o cenógrafo Gringo Cardia, que é conhecido dos VMBs por dirigir videoclipes, e a trilha sonora fica por conta dos produtores Berna Ceppas e Alexandre Kassin, que cuidam dos disco de vários artistas como Los Hermanos e Caetano Veloso.
Figurino
Nos últimos dois espetáculos a coreógrafa chamou estilistas para compor o figurino. Nos seis primeiros as roupas de cena foram criadas pela figurinista Yamê Costa que também atuou muito em vídeo clipes e hoje faz assessoria de imprensa para eventos de moda.
Em “Nó”, de 2005, ela chamou Alexandre Herchcovitch. “Chamei o Alexandre porque ele é muito bom em alta costura, mas ele propôs malhinhas (risos). Ficou uma roupa erótica sem ser vulgar e com um toque de humor. Os bailarinos tinham as costas super decotadas e para as mulheres a região pública era coberta com um tecido que imitava os pelos, e isso misturado com umas rendas. Ficou ótimo”.
Para o “Dínamo” Anne Gaul do O Estúdio inventou um uniforme de futebol colorido e com meiões, caneleiras coloridos.
“O figurinista tem que ver para quem está fazendo a roupa. Um bailarino tem quadril largo, a outra perna curta, o outro o tronco longo. A roupa não pode prejudicar o formato do corpo no palco”.
Um novo espetáculo, na linha do “Nó” já está em curso. A coreógrafa não adianta nada, mas conta que o Circe du Soleil, “a maior indústria de artes cênicas do mundo”, segundo ela, a convidou para dirigir um espetáculo: “Eles me chamaram e contaram que já inventaram de tudo e que queriam que eu criasse algo novo. Tomei um susto. Eles se encantaram com a simplicidade da parede do Velox, e em pensar que o espetáculo deles custa uma fortuna”.
Entre os muitos movimentos da vida, a bailarina se conta que se encanta pelos mais banais, os movimentos cotidianos: vestir-se, comer, escovar os dentes, são eles as grandes inspirações para suas coreografias. Deborah Colker sintetiza sua paixão e seu trabalho com um frase: “seu corpo, sua casa” - precisa.
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Crédito das fotos:
Espetáculos - divulgação e Estado de S. Paulo
Deborah - Laura/Modapraler
Figurino - O Estúdio
A Melina da HiHawaii, do post aí em baixo avisou que as roupas da marca serão vendidas em dois endereços aqui em São Paulo, na Oui e nas Gêmeas.
Oui
rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 415
11) 30836603
ouishop@terra.com.br
Gêmeas
Galeria Ouro fino
Rua augusta entre a Oscar Freire e a Lorena.
Audrey Hepburn é a modelo. O filme é “Cinderela em Paris”. A sequência de cenas dos ensaios fotográficos é inesquecível.
Os novos links do Moda pra Ler são dos blogs que trazem a moda das ruas em vários lugares do mundo. Está separado por cidade para ficar mais prático.
Todos são ótimos, mas adoro o site de Moscou (pelas fotos é uma das cidades mais criativas nas combinações) e o incrível Dans nos Sacs, que em francês significa dentro das bolsas.
Passa lá… é aí do lado.
Outubro de 1965.
A modelo Jean Shirmpton numa propaganda de produtos para cabelo.
Julho de 2006
Carolina Dieckmann na capa da Vogue RG
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Não li a revista, mas quando vi essa foto no livro 1960s - The Hulton Getty Picture Collection lembrei logo dessa capa.
A edição de setembro da Nylon traz uma idéia muito interessante para customizar aquela camiseta promocional que você usa para dormir. Quem ensina é a estilista chilena Maria Cornejo que desenvolve a marca Zero, cujo desfile acontece na Semana de Moda de Nova York. Ela trabalhou recentemente para a Keds e sua contribuição gerou um grande sucesso de vendas.
Para ver mais detalhes de como fazer baixe a revista.Está na página 76.