moda pra ler


Mangá fashion
Agosto 31, 2006, 3:42 am
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Mangá é a história em quadrinho feita no Japão. A peculiaridade é que você começa a ler do lado oposto ao que estamos acostumados no ocidente. A seqüência dos quadrinhos também muda: tem que ler da direita para esquerda.

Uma das revelações do gênero no Japão é Junko Mizuno. Desenhista de mão cheia é autora de best-sellers. No Brasil um de seus trabalhos acaba se ser lançado chama-se “Cinderalla”. A história como o nome já lembra é uma versão para clássica história infantil. Nessa versão oriental a gata borralheira é garçonete numa casa de espetinhos é explorada pela madrasta e pelas duas irmãs que são zumbis.

O trabalho de Junko une o meigo e o grotesco e por isso faz tanto sucesso. Seu traço mais forte e a temática bizarra causou estranheza no inicio, mas hoje ela é uma artista celebrada nos undergrounds pelo mundo afora.

Ela é uma assídua freqüentadora das noites de Tóquio e seus desenhos já estampam camisetas. A autora também é bem citada como preferida por algumas das meninas que integram o site de relacionamento Suicide Girls.

O mangá chega ao Brasil pela editora Conrad, custa R$29,00, é impróprio para menores de 16 anos e vem com uma cartela de adesivos super fofa. Painéis com desenhos de Junko estão expostos no Instituto Europeu de Design em Higienópolis. Na exposição também tem alguns toy art criados pela artista.

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Crédito das Imagens: Exposição Junko Mizuno no IED - Laura Artigas/ Modapraler

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Falando em revelações do Japão, a mais célebre delas, Yoko Ono, na versão artista-plástica, talvez ganhe uma exposição de suas obras de arte em 2007 no Instituto Tomie Otake. É ver pra crer.



Ilustração
Agosto 30, 2006, 4:53 pm
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Ilustração de moda é mundo que estou descobrindo e cada vez gostando mais.

Antes a publicidade e os editoriais de moda eram feitos com ilustrações.
Nos anos 60 a fotografia entra em cena com força total e o desenho é deixado de lado.

Atualmente há uma retomada da ilustração na moda, agora com o aparato tecnológico e de forma pontual, voltada para determinados conceitos e idéias de comportamento que as marcas querem passar.

A baixo alguns exemplos de ilustração de moda.

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Antes de ser o ícone da popart, Andy Warhol trabalhava como ilustrador e fazia desenhos comerciais. Desenhou para as revistas Harper´s Bazaar e para a Glamour, por exemplo. Algumas de suas obras desse período podem ser vistas no livro “Andy Warhol Fashion” lançado em 2004 pela editora-quero-o-catálogo-todo Chronicle Books.


Campanha da loja norte-americana Nordstrom assinada por R.Toledo veiculada na Vogue América.

Embalagem da marca de meias francesa “Les Miss” a venda na loja de departamento Mono Prix

Publicidade do estilista de sapatos Manolo Blahnik

A estilista brasileira Fábia Bercsek fez a comunicação visual da edição verão do Teen Fashion com ilustrações.

O livro Fashion Illustration Next , também da Chronicle Books que mostra quem é quem na ilustração de moda hoje. Quero!

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Crédito das Imagens:
reproduções: livro “andy wahrol fashion”, vogue américa set/06, embalagem da meia
Fábia Bercsek e capa do Fashion Illustration Next - divulgação



Vitrine no banheiro
Agosto 26, 2006, 11:08 pm
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O toilete do charmoso Café Girondino, no Largo São Bento, no centro de São Paulo reserva uma publicidade um tanto quanto inusitada: uma vitrine.

São três peças da loja Bongusto, com três endereços nos arredores.Será que funciona?

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Crédito das fotos: Laura Artigas/Modapraler



AntiCool
Agosto 25, 2006, 6:30 pm
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Olha que interessante. Um grupo de argentinos se uniu para criar o The Uncool Hunter. O site tem videos, fotos e textos para quem se interessa no que não está na moda e o que não é tendência, como esse carrinho de onça aí em cima.

O projeto dos portenhos se contrapõe as empresas e endereços de internet que prometem mostrar o que há de novo como o Cool Hunter

O manifesto do “Uncool hunter team” é:

Perguntaram a Salvador Dali o que era moda
Ele respondeu: “O que não está na moda”.

Diante desse postulado, um grupo de observadores se propos a enxergar uma vanguarda na não-tendência.

Nosso objetivo é observar o cotiano com um olho panóptico e descobrir os circuitos uncool, a cultura contra hegemônica.

Queremos conhecer as experessões desata cultura off, sumergida pelo que pretende ser emergente, com uma olhada objetiva e profunda nas não tendências.

Acho que vira cool, hein?



Endereços úteis 4 - Rua Cristiano Viana
Agosto 22, 2006, 2:03 pm
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Ontem tive que andar pela rua Cristiano Viana no trecho entre a avenida Rebouças e a rua Arthur de Azevedo, em Pinheiros. Que acaso oportuno! O pedaço reserva endereços de moda muito proveitosos.

O número 80, já conhecia, é uma vilinha onde tem a ponta de estoque da Track & Field, Les Filós e Bob Store. O número 96, no entanto, abriga uma incrível ponta de estoque da Maria Bonita e Maria Bonita Extra. Marcas que amo, mas cujos preços partem o coração. Apesar do 60% de desconto, os valores daqueles vestidos de seda divinos continuam salgadinhos: R$400,00, R$600. Porém, há vestido de malha por R$90,00, blusas por R$80,00.

Andando um pouquinho, no número 307, tem a Farda, que ficou com o ponto da primeira loja da Melissa, antes dela virar galeria pomposa na Oscar Freire. A Farda é uma multimarcas, que continua vendendo Melissas, e também reúne o trabalhos de jovens estilistas como a grife carioca Homem de Barro. Também tem peças da Brazoo, com desenhos de bom gosto feitos a mão e bordados simpáticos.

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Imagens:
Foto do Desfile da Maria Bonita Extra inverno 2005 disponível na ponta de estoque. Crédito: Chic
Vestido da coleção inverno 2006 da Homem de Barro
Crédito da Foto: Site Homem de Barro



Endereços úteis 3
Agosto 21, 2006, 11:19 pm
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As dúvidas dos amigos que compartilho com os leitores do blog.

Dúvida da Piky
Dona de um estilo bem feminino e delicado(ela adora Ronaldo Fraga e Thais Gusmão, para o leitor ter uma idéia), a Piky queria saber: Onde encontrar sapatos bonitos, com um design diferente?

A Vila Madalena reserva lojas ótimas em suas ladeiras, mas para sapatos descolados o endereço certo é CAS. Lá há sapatos com o bico redondo, que ficam bem nos pés magrinhos e gordinhos. As cores também são lindas. Além do preto clássico, há sapatos de todas as cores e modelos bicolores também. Os preços ficam em torno de R$200,00. O endereço também reserva roupas muito bonitas com um toque oriental, sem cair no hippie.

CAS –Rua Fidalga, 317, Vila Madalena, 3032-8455

Dúvida da Adriana
Onde encontro sandálias baixas para usar no dia-a-dia?.

A Dri trabalha num lugar onde não é preciso ir com roupas formais por isso ela tem maior liberdade para escolher o que coloca nos pés. Para responder a dúvida da Dri indico três endereços que oferecem sapatos de qualidade a preços justos.

1 – Empório Naka
Rua João Cachoeira, 1.155 - Itaim Bibi
Fone: 11 3842.6048
Tem outros endereços - http://www.emporionaka.com.br

2 – Jorge Alex
R. Alfredo Pujol, 1.269, Santana
Fone: 11 3321-7700
http://www.jorgealex.com.br

3 – Shoe Stock
Av. Bem-te-vi, 221 Moema
Fone: 5044-4513
http://www.shoestock.com.br



Santa Entrevista
Agosto 20, 2006, 7:42 pm
Arquivado em: Entrevistas

A pessoa por trás do ótimo blog Santa Mistura chama-se Patrícia de Miranda. Ela é carioca, morou 20 anos em São Paulo, e em 2002 voltou para o Rio de Janeiro. Mora no Recreio, bairro um pouco afastado da cidade, abençoado com uma bela praia.

O propósito central do seu blog é compartilhar os links de moda mais incríveis com os internautas. A idéia começou em função de uma experiência profissional. De moda Patrícia entende, toda sua vida trabalhou na área.

Nessa entrevista feita em dois e-mails (Patrícia contou sua história numa primeiro mensagem e formulei perguntas em cima do que ela tinha escrito) ela conta um pouco sua história e mostra uma visão muito interessante sobre moda.

Como começou a trabalhar com moda?
Comecei a trabalhar com moda em 81 como vendedora da loja NEW GIPSY, depois como gerente de uma rede de atacado, e estilista da Gisele Amaral. Em seguida fui convidada para ser diretora de figurino da então Rede Manchete. Em paralelo montei uma revista de moda e rock chamada “Reflexo”, que mudou toda a linguagem das revistas de moda da época.

E depois? Conta um pouco da sua trajetória nessa área?
Conheço como funciona toda a cadeia têxtil, especialmente a área de desenvolvimento de tecidos, produtos (confeccionados) e acabamento. O trabalho em São Paulo sempre esteve muito ligado e acertar o foco do produto, reorganizar equipe e todos os processos: da criação até o varejo. Também tenho experiência com repaginação de lojas, treinamentos comerciais que visavam integrar o produto (criação) a equipe comercial (transferência de know-how).

E hoje, você ainda trabalha com moda?
Voltei para os desenhos. Hoje estou fazendo ilustração para papelaria e vendo mais para o exterior do que para o Brasil.

Como “voltei para os desenhos”?
Comecei a fazer estampas e em 2004 surgiu a Santa Mistura Desenhos e Produções ltda. A empresa funcionava de forma semelhante aos consórcios da Itália. Reuni o trabalho de 25designers.

Como são os consórcios da Itália?
A responsabilidade de quase 80% do PIB na Itália vem dos consórcios. É um modelo em que se cria uma “marca forte” onde vários micros e pequenos empresários pertencem a esta empresa. O objetivo dessa “marca forte” é pleitear empréstimos, adquirir equipamentos, divulgação, logística, entre outras coisas. A diferença para uma cooperativa, é que cada empresa do consorcio ganha proporcionalmente sobre sua produção, seus custos internos de produção, seu balanço não é misturado com o balanço de outras empresas que pertencem ao consórcio.

Como funcionava na Santa Mistura?
Os designers produziam cada um a seu modo. A Santa assumia o comercial obtendo uma autorização junto a cada criador para representá-lo e comercializar suas estampas. A empresa investia em feira aqui e no exterior, produzia folders, catálogos e tinha um site.

E você continua com a estamparia?
Fui convidada pela Estácio de Sá para fazer um trabalho de pesquisa de novos produtos e reposicionar a área de moda. Muitos projetos nem saíram do papel. Alguma coisa deu resultado com as participações no Fashion Rio. Porém, fiquei tão encantada com a descoberta deste mundo acadêmico que deixei a Santa ir esfriando até sumir. Tirei o site do ar, mas ainda me perguntam se sou uma estamparia.

É difícil ter uma estamparia?
Ainda não é a hora. Ninguém procura a criação de estampa brasileiras no Brasil. Dá mais status para as fábricas dizerem que a estampa é italiana

E como surgiu a idéia de fazer o blog?
Fiquei 2 anos na Estácio de Sá pesquisando e escrevendo projetos. O ultimo foi o blog que surgiu nas minhas férias de dezembro depois de organizar os links, que estavam muito bons. Achei que era um absurdo, conhecendo a realidade do estudante, ele pagar por informação de moda e design se praticamente tudo está na web. O projeto era um pouco maior do blog.

Apesar do trabalho da Estácio não ter rolado, você continuou atrás dos links né?
É uma recompensa. Vejo o blog crescendo. Uma comunidade virtual se fortalecendo e sei que este processo vai acelerando nossa abertura à informação rompendo um pouco com a mídia viciada nos mesmos de sempre e assim todos ganham. Ficamos mais ricos culturalmente. Ficamos mais criativos

Você falou que trabalha mais para o exterior do que para o Brasil, é comum designers e ilustradores fazerem isso?
Acho que sim, quase todos os dias descubro mais um.

O Brasil ainda é muito imaturo nas artes gráficas?
Não, os brasileiros são moderníssimos e excelentes em tudo. O mercado interno é que é ruim.

O que acha do desenho de moda hoje?
As faculdades que conheço não têm como objetivo “fazer” os estilistas desenharem. Eles saem com uma bonequinha na mão, que muitas vezes é do professor. O estilista que desenha , nasceu desenhando e existe trabalhos muito bons dessas pessoas. Nas faculades de designer gráfico ou design não dão muita importância para área de moda, então na maioria nossos ilustradores de moda sabiam desenhar quando criança ou adolescente. E desenhar é facílimo eu mesmo dei aulas no Senac de Sorocaba (desenho com o hemisfério direito), o aluno sai 1 retratista.

Atualmente em ilustração de moda, por exemplo, só se fala em Felipe Jardim. Para você que é do ramo, tem espaço na mídia pra todo mundo?
Teria espaço pra todo mundo se fossemos, de fato, democráticos. No fim acho que os jornalistas não têm tempo de pesquisar. Talvez seja isso que faz eles se repetirem, e talvez esteja ai a resposta ao crescimento dos blogs.

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Crédito da Imagem: Patrícia de Miranda
Vide Portifólio Patrícia de Miranda



Moda polêmica
Agosto 15, 2006, 6:02 pm
Arquivado em: Comportamento

O Folhateen e o Terra deram matérias de que camisetas do Hamas e do Hezbollah estão fazendo sucesso aqui em SP. No Terra, onde é possível comentar a matéria, a discussão sobre essa nova moda está calorosa.

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FOLHATEEN

Guerra nas camisetas

Camisetas da milícia xiita Hizbollah fazem sucesso em lojas reais e virtuais; saiba mais sobre o conflito no Líbano

DA REPORTAGEM LOCAL

Em plena guerra no Oriente Médio, camisetas do Hizbollah estão fazendo sucesso em lojas de São Paulo. A peça, estampada com o emblema da milícia xiita libanesa, é a mais vendida nas lojas US Army, nos bairros Jardins e Moema, e na virtual Blinseg (http://www.blinseg.com.br/).”Vendo uma média de dez a 15 por dia”, diz o dono da Blinseg, que pediu para não ser identificado. Segundo ele, a camiseta é procurada tanto por jovens quanto por adultos.Já a US Army, que tem uma de suas lojas na descolada Galeria Ouro Fino, produz as estampas do Hizbollah há sete anos. “Sempre vendeu bem, mas depois do início da guerra a procura aumentou”, diz Marta Santos, 30, sócia da marca que existe há 12 anos e é especializada em roupas militares.As duas lojas também têm camisetas do Exército israelense, que, segundo os donos, apesar de terem bastante procura, não fazem o mesmo sucesso.Entre calças camufladas, jaquetas, bonés e insígnias de exércitos e polícias do mundo inteiro, a US Army também vende camisetas estampadas com os emblemas do Hamas (grupo terrorista islâmico que integra o governo da Autoridade Nacional Palestina), do Taleban (grupo islâmico extremista que manteve uma ditadura no Afeganistão até 2001) e do Mossad (serviço secreto de Israel), entre outros. (LETICIA DE CASTRO E ALEXANDRA MORAES

TERRA

Camisetas de grupos terroristas viram moda

Camisetas com estampas do Hizbollah (milícia xiita libanesa), do Taleban (grupo islâmico extremista) e do Hamás (grupo terrorista islâmico) está fazendo sucesso em São Paulo. As camisetas com emblemas desses grupos são as mais vendidas em diversas lojas da capital, em plena guerra no Oriente Médio.

O dono de uma loja virtual chamada Blinseg (www.blinseg.com.br) - que não quis se identificar - declarou ao jornal Folha de S.Paulo que vende uma média de 15 camisetas do Hamás e Hezbóllah por dia.

A loja US Army, localizada na Galeria Ouro Fino, em São Paulo, há sete anos produz estampas do Hizbollah e vendem as camisetas, mas segundo eles, houve um aumento na procura da camiseta após o início da guerra.

As camisetas com emblema do exército israelense também são vendidas, mas não com o mesmo sucesso das que trazem emblemas de grupos terroristas e extremistas

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E em 1969, John Lennon disse:

Ev´rybody´s talkinbout:
Bagism and shagism and dragism and madism,
Ragism and tagism,
This-ism and that-ism, is-m, is-m, is-m.
All we are saying is give peace a chance,
All we are saying is give peace a chance

Continuaria dizendo até hoje! Triste.

Crédito das imagens: Terra Moda

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OBS: A música “Give Peace a Chance“, aqui citada, foi composta em 1969 e lançada em 1972 no álbum Live in New York City



Editorial 2 - Fino
Agosto 12, 2006, 11:43 pm
Arquivado em: Análise

Inspirado no filme “Acossado” de Jean-Luc Godard, as fotos feitas por Bob Wolfeson para um dos editoriais de moda da Vogue Brasil desse mês são encantadoras.

O revival foi encarnado por Solange Wilvert e pelo ator Michel Melamed, que também ganhou um perfil na página 84. A modelo ganhou 10 anos com a peruca loira que também a deixa no estilo Mia Farrow em “O bebê de Rosemary




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Ambientado no edifício Copan e em outras locações no centro de São Paulo, esse editoral e o citado no post a baixo provam que a moda pode ser mostrada com sorrisos e em poses naturais. As boquinhas entreabertas e as posições sexy-encurvadas praticadas na maioria dos editoriais de moda são tão sem graça.

Crédito das Fotos: Reprodução Vogue Brasil Agosto



Editorial 1 - Adorável
Agosto 12, 2006, 7:54 pm
Arquivado em: Análise

Vou compartilhar as imagens que escaneio com os leitores do blog. A revista Top Magazine publicou um editorial incrível na edição de junho. As modelos encarnaram fadas estilosas deitadas em desenhos do ilustrador Felipe Jardim em uma produção de moda adorável.





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A Top Magazine é uma opção legal para quem gosta de publicações de moda. A revista nasceu em Curitiba e há três anos a redação mudou para São Paulo. As matérias são de cultura e comportamento. A edição de agosto é justamente sobre moda e algumas matérias estão disponíveis no site.