moda pra ler


O mundo do jeans
Julho 29, 2006, 10:51 pm
Arquivado em: Dicas


Uma das grandes virtudes dos blogs como fonte de informação é a segmentação. Numa dessas navegadas encontrei o Denimology, um site que fala só sobre jeans.

O responsável por essa sala vip do denim é o inglês Andy Knight. Ele mora em Londres e seu site, criado em fevereiro, recebe 40 mil visitas por mês. Em função da grande popularidade o blog já tem newsletter e banners publicitários. Além de saber tudo sobre o mundo do jeans, o leitor encontra links para as marcas mais badaladas do mundo. O foco de Andy é na categoria premium. Esse tipo de jeans tem a excelência nos três “Fs” – Fabric, Finish and Fit (tecido, acabamento e modelagem).

A baixo o Andy responde 4 perguntinhas com exclusividade para o Moda pra Ler:

Moda pra ler - Quantas calças jeans você tem?
Andy - Tenho 8 no momento – 6 Levi’s (3 Vintage e 3 Bootcut), 1 Nudie, 1 PRPS

Porque você decidiu fazer um site falando só sobre jeans?
Andy - Eu passava muito tempo na internet procurando o jeans perfeito e imaginei que poderiam ter outras pessoas fazendo a mesma coisa e por isso se interessariam nas minhas opiniões sobre o assunto.

Qual a sua marca de jeans favortita?
Andy - Atualmente minha marca favorita é a Nudie.

Você trabalha só para o Denimology ?
Andy - O Denimology é meu hobby. Eu tenho um emprego em período integral numa empresa de conteúdo para web que me ajuda a pagar pelo jeans.

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The Denim Issue - A edição de agosto da Nylon é totalmente dedicada ao jeans. Falando em Nylon a banda paulistana Cansei de Ser Sexy ocupa três páginas da publicação com o status de “The horniest band in South América”.



(Quase) Igual a uma celebridade
Julho 28, 2006, 5:59 pm
Arquivado em: Dicas

Hoje no CHIC tem uma nota sobre o NessaLee Style. Um site que desvenda as roupas que as celebridades usam. Funciona assim você vê a foto de uma celebridade, gosta da roupa, manda um e-mail para o site que descobre qual é a marca do modelito que a famosa está usando. Se quiser comprar eles fazem o envio, inclusive para o Brasil.

Agora… se você não tiver o dinheiro para comprar o vestido igual ao que a Sarah Jessica Parker estava usando, pode recorrer ao Frugal Fashionista e conseguir uma peça quase iqual a preços menores.

O blog prova que não é preciso de muito para se vestir como uma estrela de Holywood. A especialidade do site é pegar a foto de uma celebridade e montar o mesmo modelito com peças semelhantes e de lojas bem mais baratas. A versão “frugal” da roupa que a Sarah Michelle Gellar usou no Festival de Cannes sai por 100 dólares.

Outros itens que aparecem nas fotos entram no jargão publicitário, como no caso de Natalie Portman: “ter Jake Gyllenhaal ao seu lado: não tem preço”

Por mostrar as peças separadas o Frugal Fashionista é uma ótima fonte de inspiração para as pobres mortais sem casas em Beverly Hills. Com um olhar atento percebe-se que as roupas das divas nem sempre são tão fantásticas assim, e uma boa vasculhada no guarda-roupa pode revelar surpresas.

Mas atenção! Lembrando de uma das dicas de Clarice Lispector no post passado: Raciocinem, estudem a si próprias, em detalhes, lembrem-se de o que fica bem a uma Elizabeth Taylor, miúda e frágil, ficaria ridículo em Sophia Loren. No entanto, ambas são lindíssimas

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Imagens tiradas do Frugal Fashionista



Enderços Úteis 2
Julho 27, 2006, 4:54 pm
Arquivado em: Dicas

Mais perguntas sobre onde achar a roupa certa

Dúvida do Renato
Vou trabalhar numa estação de esqui nos Estados Unidos. Onde compro roupas para inverno rigoroso?
Na Barra Funda existe a loja Benevento especializada em roupas para frio, inclusive roupas para esportes na neve como snowboard. A loja também tem filial em Campinas. Apesar do foco em roupas de frio, lá também tem roupas básicas a preços bem baratos.

Benevento - Rua Lopes Chaves, 466 e 477
Tel. 11 3661.5417
http://www.benevento.com.br

Obs: Se passar na loja dê um pulo no número 546, é o endereço da casa onde morava o escritor Mario de Andrade e que hoje é uma Oficina Cultural do Estado.

Dúvida dupla
A Juliana e a Fabiana têm o mesmo problema: precisam renovar o guarda-roupa. A Jú morou um ano no exterior e quando voltou não aguentava mais as mesmas roupas e a Fabi casou e precisou poupar dinheiro.
A dúvida delas era mesma: onde consigo comprar roupas básicas sem gastar muito?

A resposta prática: nas lojas do Bom Retiro e a CeA da 24 de maio.

Com um pouco de paciência, o Bom Retiro oferece roupas ótimas a preços incríveis. Em março fiz um matéria para o blog que pode ser útil: Bom Retiro em três capítulos.

A CeA da rua 24 de maio no Centro, ao lado da Galeria do Rock, é a melhor filial da loja na minha opinião. Em virtude da localização atende um público mais popular e as peças com um valor um pouco mais elevado acabam sobrando. Como a CeA anda investindo em um moda mais elaborada há peças ótimas e de boa qualidade.

Para o básico também tem a Zara e a MNG, porém, o problema dessas lojas, em especial da primeira, é encontrar metade de São Paulo com a malha sequinha ou o casaquinho de plush igual ao seu.

Outra forma de comprar barato roupas são os bazares das grifes que sempre aparecem aqui no blog e os brechós. Alguma liquidações também valem a pena.

Para qualquer uma das opções o negócio é fuçar.

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Leitores mandem suas dúvidas e sugestões!!!



Moda e arte na periferia
Julho 26, 2006, 10:12 pm
Arquivado em: Colaborações

Outro dia apareceu no Jornal Nacional uma matéria sobre o curso de culinária do Projeto Arrastão e lembrei dessa matéria que fiz sobre o trabalho deles na área de moda. Vale a pena conhecer o empenho dessa ONG, cujas oficinas chegam a ter lista de espera com 1000 nomes.

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Projeto Arrastão organiza oficinas, atraindo jovens de bairros da zona Sul da cidade de São Paulo

Há três anos o Projeto Arrastão dá noções de moda e artes para jovens de bairros da zona Sul de São Paulo. O curso ministrado pelo artista plástico Nino Cais busca criar consciência crítica e gerar discussão entre os alunos usando a criação como pano de fundo.

O projeto Arrastão surgiu em 1968, com um grupo chamado Clube de Mães que ensinava trabalhos manuais em um barracão no Campo Limpo às mulheres da comunidade. Com a capacitação, essas mulheres conseguiram emprego e passaram a necessitar de um espaço para acolher suas crianças durante a jornada de trabalho. O barracão se transformou, então, em uma organização com o nome de Arrastão – Movimento de Promoção Humana – para receber os filhos das trabalhadoras.

O artista plástico Nino Cais trabalha na ONG há dez anos e teve a idéia de oferecer o curso de moda para os jovens da região. “O trabalho é mais conceitual do que técnico. Dou noções de história da moda, da arte e estimulo a criação”, explica Nino. A evolução do pensamento dos jovens pode ser vista ao longo do curso, segundo o professor: “Eles passam a se vestir de maneira mais criativa e criam gosto pela arte”.

A Oficina é oferecida semestralmente, duas vezes por semana em aulas de duas horas. Não é um curso técnico. São aulas sobre moda, que podem despertar ou não o interesse do aluno pelo tema. De lá já saíram alguns casos de êxito, como o de Jailson Freitas, monitor da Oficina de Moda e um dos estilistas da marca Coletivo que desfilou na última edição da Casa dos Criadores.

Os alunos do Projeto Arrastão já conseguiram visibilidade. Sarah Kalili, organizadora do Teen Fashion, evento de moda voltado para marcas adolescentes, convidou a ONG para participar dos desfiles. Os alunos desenvolveram peças em jeans e em malha na edição de inverno 2006. Participaram também do evento de moda infantil que aconteceu no Shopping Jardim Sul.

Além da participação nos desfiles, a ONG promove desfiles de moda na região, além de atender pedidos das grifes Raya de Goye e Karlla Girotto, que buscavam um trabalho customizado.

A estilista Karlla Girotto já desenvolveu trabalhos de moda na periferia para um projeto da prefeitura, e participa do Projeto Arrastão dando palestras para os alunos da Oficina de Moda. Também reverte à ONG parte da renda de bazares que promove.

A Oficina de Moda, bem como os projetos do Arrastão, dependem de ajuda para serem mantidos. Os tecidos chegam por meio de doações, assim como as máquinas de costura. Hoje, a ONG beneficia mais de 1,1 mil pessoas – entre crianças, adolescentes e adultos – dos bairros do Campo Limpo, Jardim Maria Sampaio, Jardim Helga, Jardim Ângela, Valo Velho, Capão Redondo e adjacências.

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Crédito das fotos: Projeto Arrastão/ Divulgação
Legenda:(de cima para baixo)
O professor Nino Cais entre suas alunas
Modelo apresentado no Teen Fashion
Calça jeans confeccionada pela Oficina

Notícia originalmente publicada no site GBL Jeans



Esclarecida
Julho 24, 2006, 4:37 am
Arquivado em: Dicas, História da Moda

O texto introspectivo, ora ácido, aparece mais leve e didático, porém, com a dose necessária de inquietação para que as mulheres não se reduzissem ao papel de coadjuvante.

Estou falando das colunas de comportamento que a escritora Clarice Lispector escrevia sob os pseudônimos de Tereza Quadros, para o jornal Comício em 1952; Helen Palmer, para o Correio da Manhã em 1959 e Ilka Soares, para o Diário da Noite em 1960; e que agora foram reunidas no “Correio Feminino”. O livro foi lançado esse mês pela editora Rocco, organizado pela professora Aparecida Maria Nunes.

Creio que Clarice Lispector se divertia muito ao escrever as dicas de etiqueta. Frisava a necessidade de discrição da mulher e a necessidade de apresentar um comportamento conforme a idade. Propunha reflexões revolucionárias na relação marido e mulher:

Compreenda seu marido … não é tão difícil quanto parece

(…)o homem sempre acha que sua opinião é a melhor e que deve prevalecer

Enfim, pedia uma nova postura feminina:

Não adiantaria nada que as mulheres passassem a ler mais, se não procurassem ler melhor.(A Leitura)

A futilidade é fraqueza superada pela mulher esclarecida. E você é uma “mulher esclarecida”, não é mesmo?(Uma mulher esclarecida)

As sugestões de beleza durante a fase que escreveu no Correio da Manhã eram direcionadas pelo contrato que assinou com a marca de cosméticos Pond’s, para sugerir, de maneira subliminar, o hábito de consumir.

Ela escrevia sobre moda, mas não de maneira factual. Não há dicas de tendências de moda, por exemplo. Na época estilista era chamado de “costureiro” e a duquesa de Windsor era o modelo de elegância, por isso a nobre inglesa foi citada em vários artigos. Seus textos focam mais o modo certo de se vestir:

Ano a ano, variam as modas. (…)
E as mulheres obedecem a moda. (…)
Todas as mulheres? Não. A mulher inteligente não é escrava dos caprichos dos costureiros, dos cabeleireiros e dos fabricantes de cosméticos. Antes de adotar a última palavra da moda, ela estuda o efeito da mesma sobre seu tipo. A mulher inteligente sabe que mais importante que parecer “chique” é parecer bonita. (…)
Espero que minhas leitoras pertençam a esse tipo de mulher.(…)
Raciocinem, estudem a si próprias, em detalhes, lembrem-se de o que fica bem a uma Elizabeth Taylor, miúda e frágil, ficaria ridículo em Sophia Loren. No entanto, ambas são lindíssimas.
(A Moda… e a mulher inteligente)

(…) A maioria das mulheres quando usa “shorts” ou “Slacks” consegue aumentar seus encantos, mas nunca melhorá-los.(As Roupas)

(…) Mas atenção! (preto) é uma cor que não suporta mediocridade. Cuidado se sua pele estiver sem viço ou se você já ultrapassou os 40 anos.O preto exige uma maquilage impecável, um aspecto “soigné”, cabelos bem penteados. (A cor do Glamour)

O figurinista da tela não cria apenas uma indumentária. Ë um criador de um personagem(…). Mas o mesmo modeo, copiado para a vida diária, poderá perder a magia e tornar-se um trapo.(Vestido de Cinema)

Ucraniana, sagitariana, judia, veio para o Brasil ainda bebê e passou a infância no Recife e aos 15 anos veio para o Rio de Janeiro, onde começou a estudar Direito. Casou-se com o diplomata Maury Gurgel Valente. Teve dois filhos e se separou em 1959. Apesar de escrever desde pequena, sua carreira como escritora começa no período da faculdade com 20 anos onde começa a trabalhar como jornalista no Diário da Noite. Seu primeiro livro publicado foi “Perto do Coração Selvagem” em 1944, aos 24 anos.

Era uma mulher muito bonita. Independente, fez das letras seu ganha pão e contou com o apoio de amigos como Fernando Sabino, Rubem Braga e Alberto Dines. Em 1967 dormiu com um cigarro aceso e o descuido causou um incêndio. Por pouco não teve a mão direita amputada. Após o incidente continuou sua produção literária intensamente. Morreu em 1977, aos 57 anos, vítima de câncer. Entre suas obras as mais celebradas são “A Paixão segundo G.H” e “A Hora da Estrela”, ambos já ganharam versões para teatro e cinema.

Fica aqui a dica de leitura e as dicas de Clarice. Feitas as adaptações temporais, continuam atualíssimas.

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OBS: Livro para ler numa sentada, como diria minha avó
Crédito da foto: El Nuevo Diario



um scrap e uma curiosidade saciada
Julho 21, 2006, 4:06 pm
Arquivado em: Tendências

Outro dia apareceu no orkut um scrap anunciando um brechó on line . Curiosa, entrei em contato com a responsável pelo site, a produtora musical Giovanna Belucci que me contou que montou o espaço .com para vender as própria roupas. Ela fotografa suas peças, coloca no blog as imagens com descrição e um código. A pessoa interessada escolhe, manda um e-mail e ela envia a peça pelo correio. Os preços são baixos (R$5,00, R$7,00, R$20,00). Amigos e conhecidos são os grandes compradores, porém, mesmo com o tabu das vendas na online, os internautas compram para surpresa de Giovanna “as pessoas acabam confiando”. Aproveitando todos os recursos da internet, a loja de Giovanna tem comunidade no orkut e evoluiu para um Flickr. A concorrência nacional, segundo a idealizadora do site, é grande. No exterior a prática de vender roupas usadas pela rede mundial de computadores já é comum.



Curiosidade têxtil - O Dia do Tecelão
Julho 18, 2006, 8:01 pm
Arquivado em: Besteiras

As agendas que todo mundo ganha de brinde no final do ano trazem datas que homegeiam as coisas mais inusitadas como “dia do vizinho” e “dia do outdoor”. Porém, os profissionais da tecelagem ainda não foram contemplados com um dia só para eles.

Essa lacuna está prestes a ser preenchida. A fábrica de etiquetas Helvetia quer oficializar a data que celebra um personagem tão importante na industria têxtil, a segunda maior empregadora do Brasil, perdendo apenas para a construção civil.

O dia do tecelão será dia 3 de dezembro, porque segundo a Helvetia, está no periodo em que o algodão aparece nas plantações. Desde 2002 a Helvetia comemora a data com seus funcionários. O projeto de lei que regulamenta o Dia do Tecelão foi encaminhado ao congresso pela Associação Brasileira da Industria Têxtil e de Confecção (ABIT).



Super - Estoque
Julho 17, 2006, 3:52 am
Arquivado em: Besteiras


A equipe de figurino do filme “Superman O Retorno”, que estreou na última sexta-feira, produziu: 80 vestimentas azuis com o “s” no peito, 100 capas, 30 botas e 90 cintos.

A razão para o vasto guarda-roupa é o tecido chamado milliskin, (pelo que pesquisei parece ser elanca ou lycra) que só dá aquele aspecto de firmeza quando está novo. Depois de um certo tempo de uso ele esgarça.

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Crédito da Foto: O Regional
Fonte: IMDB



Arte + Moda = Camisetas
Julho 16, 2006, 12:44 am
Arquivado em: Tendências

A artista plástica Majô Amaral une moda e arte com uma idéia original. Ela faz das camisetas a matéria prima para expressar seu trabalho. Suas obras misturam imagens estampadas com frases bordadas, com aplicações de outros tecidos. As peças têm identidade! São etiquetadas com pequenos RGs contendo dados obra, nome, tiragem e a data em que foi feita.


A marca da criadora chama-se “Xô Urubus” e o site é muito bem feito e bonito. Tem ovelha, castelo, sapo e dragão quem se movimentam ao clique do mouse. As camisetas da artista podem ser compradas por R$75,00 reais na Livraria Pop.


A Livraria Pop é um espaço que unem galeria + loja e foi aberta em maio pelo artista plástico e ex-publicitário Roger Bassetto. Além dos livros e das camisetas, tem quadrinhos, copos estilizados, toy design, entre outros objetos. A variedade de produtos ainda não é grande, mas o lugar tem tudo para ser ponto de referência em São Paulo.


Frente e lado da Livraria Pop

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Crédito das Fotos: Laura Artigas/ Modapraler



Endereços úteis
Julho 12, 2006, 3:26 pm
Arquivado em: Dicas, Guia

Vira e mexe alguém pede uma sugestão de onde comprar isso ou aquilo. Em geral a pergunta vem acompanhada de “por um preço razoável”. Resolvi formalizar as dicas e publicá-las para os leitores do Modapraler.

O blog está aberto para receber sugestões de endereços bacanas em São Paulo e em outras cidades.

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Dúvida da Jussara:
Eu adoro vestidos, mas não consigo achar modelos bonitos a preços acessíveis. Você conhece algum lugar?
Na rua augusta existe uma sobre loja escondinhinha chamada Castilho. Lá tem vestidos ótimos a preços acessíveis (média de R$100,00). A variedade é grande, há vestidos básicos e um pouco mais elaborados com modelagem democrática. O endereço ainda reserva boas opções em sapatos. A dona da loja chama-se Eliana Castilho e montou sua empresa há 15 anos, onde antes funcionada a camisaria do pai.

Castilho: Rua Augusta, 2322 – Cerqueira César. Tel. 3085.8035

Dúvida da Marina
Eu tenho um casamento de um primo em Florianópolis (frio), conhece um lugar em que eu possa comprar uma roupa de festa bonita, mas sem ser careta?
A Marina alertou que ela poderia gastar um pouco mais e que ela não tem paciência de fuçar.
Para roupas de festas charmosas vale um pulo na Clube Chocolate na Oscar Freire e a Pelu na Lorena. As duas lojas apresentam grande variedade de estilistas brasileiros com ótimo trabalho, como a Isabela Capeto e Zigfreda para a Clube Chocolate; e a Giuliana Romano para a Pelú. Uma boa hora para comprar em função das promoções de inverno.

Pelú: Al. Lorena, 1257 casa 2 – Jardins. Tel. 11 3891.1229
Clube Chocolate: R. Oscar Freire, 913 –Jardins. Tel. 11 3084.1500

Dúvida da Pri:
Onde eu compro botas de salto baixo legais?
A Generalli Shoes é divulgada só no boca a boca. Os preços são bem em conta perto das outras lojas. Uma bota de couro, cano alto e sem salto sai em média por R$120,00. A loja mantém modelos básicos em cores tradicionais em todas as coleções. A variedade em botas, e nos outros calçados, é bem grande. A loja só aceita cheque e dinheiro, nada de cartão de débito ou crédito.
Na última vez que estive lá a vendedora me contou que é comum as pessoas comprarem lá para revender. Relatou inclusive um caso de uma mulher que comprou algumas botas e revendeu pelo triplo do preço em seu estabelecimento na rua Mello Alves, há poucas quadras da Generalli.

Generalli Shoes: R. Alves Guimarães, 294 - Pinheiros. Tel: 11 3083-7246