moda pra ler


Nova proposta no jornalismo de moda
Fevereiro 18, 2006, 3:20 pm
Arquivado em: Jornalismo de Moda


Essa semana tive a oportunidade de ler a Key, cujo slogan é Moda pra quem vive moda. A revista foi lançada no dia 19 de janeiro dentro do último São Paulo Fashion Week. Quem edita é Erika Palomino e sua turma e trata-se da primeira publicação da House of Palomino, empresa da jornalista voltada para a produção de conteúdo.

A primeira edição tem 196 paginas, não tem sessões fixas e trabalha basicamente com colaboradores em todas as matérias e editoriais de moda. E essa é a proposta da revista, que como a moda estará sempre mudando. Como já faz com o site, a jornalista procurou mostrar o que há de mais novo e cool não só na moda, mas no que ela batizou como cultura jovem. Falou de música, artes plásticas e beleza. As tendências nas passarelas européias e americanas ocupam 70 páginas narradas por textos da própria Erika.

A análise dos desfiles internacionais é um dos três alicerces da revista. Ou outros dois são “eventos de moda importantes do país e ensaios fotográficos que interpretem os conceitos mostrados na passarela”. A revista apresenta os textos em inglês para assim também servir de referência para os fashionistas gringos que pintam por aqui.

A publicação chama a atenção pela sofisticação. É colorida impressa em papel couché fosco, algumas páginas têm aplicações envernizadas. Pouco texto e muitas fotos. O tamanho é maior 24 x 32 cm (uma revista como a Vogue tem 20×27). Custa R$ 35,00. Preço plausível em função do publico alvo e da periodicidade trimestral, mas caro para simples curiosos.

Key não se limita a revista também é um site, download para celular e DVD. Esse último traz o making of da edição e depoimento da sua editora e idealizadora, mas é artigo de luxo. Só os vips e formadores de opinião têm direito.

Descrição para quem não vai comprar:

A revista começa com ensaios fotográficos de celebridades da Tv e da Moda em ritmo de carnaval. Chamou-se “Foi um rio que passou em minha vida”. Thalma de Freitas, Déborah Secco, Juliana Paes, Maria Flor, Luana Piovani, Vanessa da Mata, Érika Mader, Michelle Alves e Camila Pitanga encaram situações carnavalescas. São passistas, destaques e foliãs, ora sorridentes, ora sexys, ora tristes.

A revista segue com sua partes burocráticas expediente, colaboradores e editorial. Erika Palomino desvenda a moda por trás de Caetano Veloso em 8 páginas repletas de fotos que mostram o músico em todas as épocas de sua carreira. Como é de costume ele não deixa de alfinetar um e outro, do jornalista Artur Xexeo a David Bowie. Um editoral de flores é a próxima atração. Orquídea, lírio, gardênia e rosa são fotografados em poses não convencionais e o serviço de onde encontrar indica os perfumes que carregam os aromas. Só cheiros internacionais. Daí aparece Ana Beatriz Barros bonitona num biquíni de crochê bege ilustrando o texto de Constanza Pascolato sobre como as imperfeições corpóreas das manecas brasileiras conquistaram o mundo da moda. Daniel Piza deixa de lado a literatura e escreve sobre arquitetura. O jornalista cedeu a Palomino’s um trecho do livro que fez sobre o celebrado arquiteto Isay Weinfeld. A personal stylist Emanuela Carvalho assina o editorial de moda que conta o que tem que ter no verão 2006. Ousado, deixa a modelo Eliza Joenk somente com o necessário.

Hans Donner é referência novamente segundo o texto de Eduardo Logullo. Os artistas plásticos do momento são seis conforme contou Maria Montero. Um deles é a brasileira carioca de 25 anos Mana Bernardes.

Eis que surge a moda. Um texto sobre roupas, clima e tecidos para todas as estações. Depois começa um verdadeiro de caderno de tendências de roupas e acessórios. Uma vitrine de dourados e indumentária para o i-pod. Uma prévia sobre o inverno brasileiro em tecidos, cores, estampas e croquis tal qual a mesa dos estilistas do Rio e de São Paulo.

Fim com o perfil do fotógrafo Walter Firmo e sua obra a respeito do carnaval carioca.

Gostei do trabalho. É uma prova importante que o mercado de moda no Brasil vem se profissionalizando cada vez mais em todos os pontos da cadeia produtiva. Torço para que surjam mais revistas como essa com enfoques diferenciados.

Tomara que na próxima edição os estilistas brasileiros novos e consagrados apareçam com mais força.

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Legenda das fotos de cima para baixo:
Print Screen do site da Revista Key (meu scanner é muito pequeno para a capa de verdade)
A jornalista Erika Palomino
A atriz Luana Piovani no ensaio fotográfico “Foi um Rio que passou em minha vida”
As atrizes Thalma de Freitas e Débora Secco no ensaio fotográfico “Foi um Rio que passou em minha vida”

Fotos de divulgação: http://www.aliceferraz.com.br



As (a)peladas de Tom Ford
Fevereiro 14, 2006, 1:14 am
Arquivado em: Análise



Quanto exemplares será que a Vanity Fair de março já vendeu? Volto a falar do Tom Ford, porque ele e as peladas são o assunto do momento nos blogs de moda. Na edição do mês do Oscar, o estilista que quer se aventurar pela bandas de Holywood aponta os atores que estão em alta na industria de cinema norte-americana.

Na capa junto com Ford a indicada Keira Knightley e Scarlett Johansson (como é branca!). Dentro da revista ainda aparecem nuazinhas: Natalie Portman, Sienna Miller, Joy Bryant, Jennifer Aniston e Angelina Jolie (Brad Pitt não teve e não tem do que reclamar). Outros badalados, como Jake Gyllenhaal e Reese Witherspoon, também aparecem.


As imagens foram feitas por grandes fotógrafos. Destaco ao leitor Anne Leibovitz.
Sua especialidade não são modelos e sim os artistas e seus egos. Ela fez muitas capas da Rolling Stone, a mais célebre foi a que John Lennon nu abraça Yoko Ono.

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Veja todas as fotos estão no site Smart . Peguei a dica no site Sobre Moda



Seja Audrey no inverno 2006
Fevereiro 14, 2006, 12:56 am
Arquivado em: Tendências

Audrey faria a festa se estivesse no Brasil no inverno 2006. A alfaiataria, os casacos 7/8, pouco decote e um bom corte traduzem o que a Vogue Brasil desse mês chamou de “a volta da feminilidade adulta”.

Separei um pretinho e um branquinho básico para a leitora se inspirar na sua “audreyzação”. Boa Sorte!

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Pretinho - Sta. Ephigênia
Branquinho - Graça Ottoni
Fotos do Fashion Rio no www.chic.com.br



Capote@Audrey@Givenchy
Fevereiro 10, 2006, 12:24 pm
Arquivado em: História da Moda

“Capote” estréia na próxima semana no Brasil. O filme que conta a vida do escritor americano Truman Capote concorre a cinco categorias no Oscar: filme, diretor (Bennett Miller), ator (Philip Seymour Hoffman), atriz coadjuvante (Catherine Keener) e roteiro adaptado. A figurinista Kasia Walicka Maimone, indicada para o Prêmio do Sindicato não concorre a estatueta máxima do cinema.

A cinebiografia do autor de “A sangue frio” lembra que outro célebre livro dele foi relançado pela Companhia das Letras no final de 2005. “Breakfast at Tiffany’s” ou “Bonequinha de Luxo” foi livro que deu origem a película homônima eternizada pela linda (!) Audrey Hepburn
em seu pretinho givenchy básico. A adaptação para a telona não tem o mesmo desfecho da versão escrita. Confesso que vi o filme primeiro, contudo, o texto me pareceu igualmente empolgante.

A literatura foi um caminho natural para Truman Capote. Ele era jornalista e aos 21 anos encantou os literatos de Nova Iorque com o romance “Other voices, other rooms”, mas foi com “A sangue frio” que ele se consolidou como um dos expoentes do new jornalism. Ao lado de Gay Talese e Tom Wolfe ele escrevia suas reportagens com um viés literário se contrapondo ao jornalismo seco e direto que vigorava no EUA na década de 50. Capote faleceu em 1984. Era alcoólatra. Seu maior sucesso foi sua ruína. Deixarei que desvendem esse paradoxo vendo o filme. Segundo resenhas, é justamente essa parte da vida do escritor que o diretor Bennett Miller escolheu.

Graças a Capote pudemos ter Audrey Hepburn imortalizada na pele da desvairada Holly Golightly. De uma beleza delicada, a atriz foi a mulher mais elegante de todos os tempos. Mesmo sem o Givenchy ela continuaria honrando esse posto. Nasceu na Bélgica, foi bailarina em Londres, e sua magreza era decorrência de desnutrição que sofre durante a segunda guerra quando a Áustria, onde morava, foi invadida pelo nazistas. Foi dançando que se reergueu após a invasão nazista e engrenou na carreira de atriz. Foram mais de 30 filmes. Os emblemáticos: “Sabrina” (1954), “Cinderela em Paris” (1957), “Bonequinha de Luxo” (1961) e “My Fair Lady” (1964). A atriz morreu de câncer em 1993 aos 64 anos. Seu último filme foi em 1989, mesmo ano em que começou a gravar uma coleção de vídeos sobre plantas:“Gardens of the world with Audrey Hepburn”. Foi embaixadora da UNICEF e dedicou seus últimos anos de vida a visitas a paises da África.

A moda. Audrey lembra pretinho básico com colar de pérolas, óculos de aro preto, redondo, grande e piteira; lembra calça capri com camisa sapatilha e lencinho no pescoço, lembra o mesmo sapato com calça preta e malha de gola role. Audrey lembra Givenchy.

Além de figurinista dos mais célebres filmes da artista, Hubert Givenchy era também seu grande amigo. O encontro dos dois aconteceu em 1954, para vesti-la em “Sabrina”. Esse ano também foi marcado por sua coleção de prêt-à-porter feminino, a primeira do gênero. Há dois anos o criador abrira sua própria Maison. Antes disso ele trabalhou com Dior e com a estilista de influências surrealistas Elsa Schiaparelli, a italiana que faz sapatos, como Chanel gostava de dizer.

As criações do estilista eram luxuosas. Nos anos 50 seu trabalho foi marcado pelo volume nas roupas. Uma interpretação pessoal da tendência que Dior, seu mestre de outrora, lançou quando propôs o new look. A blusa Bettina é outra criação da época sua característica são os babados generosos nas mangas.
O eleito por Grace Kelly e Jackei O parou de desenhar em 1995, beirando os 70 anos. Sua marca faz parte do mesmo grupo da Louis Vouitton (LVMH) desde 1988. Após ter John Galiano e Alexander McQueen no comando, hoje o italiano Riccardo Tisci busca a renovação da maison, mas com o coração e os olhos nas criações do fundador. Certamente a estabanada Holly povoa a mente do designer.

Obrigada Truman Capote por criar uma personagem cuja versão cinematográfica representa a inigualável sintonia entre atriz e figurino.

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Fotos de cima para baixo:
Truman Capote
Truman Capote, Audrey Hepburn e seu marido Mel Ferrer
Audrey Hepburn em “Bonequinha de Luxo”
Audrey Hepburn e Hubert Givenchy



Nova Iorque é agora
Fevereiro 8, 2006, 3:28 pm
Arquivado em: Dicas

Termina sexta-feira a semana de moda de Nova Iorque. Os desfiles de outono/inverno começaram no dia 3 de fevereiro. São 67 coleções de estilistas de todas as partes do mundo. Brasileiros são dois: Carlos Miele e Alexandre Herchcovitch. O primeiro apresenta sua coleção hoje, o segundo mostrou a mesma coleção de dias atrás na SPFW.

A novidade que adorei são os desfiles ao vivo pela internet. Clica no site http://www.imgfashionworld.com . Quem não puder esperar o “em tempo real” poderá ver os melhores momentos clicando nesse mesmo endereço. As filmagens revelam as modelos saindo do backstage, planos feitos de cima da sala, closes em detalhes das roupas, além do tradicional take de frente para a passarela.

A fashion week norte-americana inaugura a temporada de moda internacional e é marcada por trazer roupas comerciais, sem devaneios: passarela-loja-consumidor.

Depois de NY tem Londres (15 a 19/02). A mídia não dá muita bola porque não há nenhum nome de peso desfilando na capital inglesa. Já passaram por lá Alexander McQueen e Stella McCartney. Hoje os tops designers da capital inglesa são Paul Smith e Clements Ribeiro, do brasileiro Inácio Ribeiro e da inglesa Suzanne Clements.

A próxima parada acontece em Milão (18 a 26/02). Badaladíssima! Por lá desfilam Armani, Roberto Cavalli, Dolce & Gabanna, Versace, Gucci, Fendi, Prada e Miu Miu. As grifes de Miuccia Prada servem de guia para fashionistas e varejistas do mundo todo, por isso seu show causa comoção na imprensa.

A temporada de moda do primeiro semestre acaba na Cidade Luz (26/02 a 6/03). Por lá passam as poderosas Chanel, Dior e Louis Vuitton. Ultimamente, as também tradicionais Givenchy, Rochas, Balenciaga, Lavin e Chlóe são grandes atrativos em função de seus garotos e garota prodígios nas respectivas direções de estilo. Paris é ainda o centro das atenções.

Não sei se as próximas semanas de moda têm ou terão transmissões de desfiles ao vivo. Tomara que sim.

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Curiosidade:
As coleções brasileiras estão atrasadas em relação as internacionais. Enquanto vimos o que estará na vitrine daqui a um mês, americanos e europeus assistem ao que comprarão daqui a seis meses, quando começa o outono.

Em breve comento NY.



Troca-Troca
Fevereiro 7, 2006, 12:22 pm
Arquivado em: Dicas


No último domingo fiz um bazar de troca com algumas amigas. Começamos meio tímidas, mas no final todo mundo saiu feliz e carregado. Faturei uma saia longa e uma blusa, as duas da Levi’s, quatro bolsas: uma da Side Walk, duas artesanais uma de crochê, outra de fuxico e uma transversal de veludo azul claro da Fábia Bersek. Bolsa é o que não vai faltar nesse inverno.

Achei a experiência ótima, e recomendo para todos que estiverem lendo o blog. O importante é ser desapegado. Libera aquelas roupas que você não agüenta mais ver, ou aquela blusa que comprou na liquidação e nunca ficou boa com nada. Se você e seus amigos tiverem esse desprendimento ao levar as peças para trocar, aposto que sairão com coisas muito interessantes.

É legal ver uma roupa que não fica bonita em você cair bem na sua amiga.
Pena que para juntar tanta roupa assim vai demorar uns dois anos.



Esse é parceiro!
Fevereiro 6, 2006, 11:27 pm
Arquivado em: Tendências

Esse mês a Vogue e a Elle americanas trazem logo nas primeiras folhas a campanha do perfume Amber Nude que o Tom Ford fez com a Estée Lauder. A Elle que traz a Madonna na capa ficou até com cheiro do perfume em função daqueles mostradores de canto de página. A cantora, por coincidência, foi uma das primeiras celebridades a usar as criações de Ford quando o criador assumiu a direção criativa da Maison italiana.

Essa história de estilista e perfume é antiga. Provavelmente, você leitor deve usar algum perfume que tem nome de estilista ou tem o nome do estilista como subtítulo (Carolina Herrera, Angel de Thierry Mugler, Ralph Lauren…)

Quem começou essa história foi ela, a responsável por usarmos roupas confortáveis hoje em dia, Gabrielle Coco Chanel. Em 1921, ela e seu perfumista criaram o Chanel 5 para atender as pobres mortais que queriam ter algum item da sua marca, porém, não tinham o dinheiro para adquiri-lo. Quem pingava a fragrância estava usando a grife mais famosa do mundo. E até hoje é assim.

Voltando ao Tom Ford. Ele foi o responsável por ressuscitar a Gucci e também assinava as roupas da YSL. Largou tudo e volta triunfalmente se associando a uma grande marca de cosméticos. O que ele fez é uma forte tendência de mercado: marcas em geral se associam a nomes da moda para ganhar força, melhorar ou mudar a imagem, atrair ou cativar seu consumidor.

Aqui no Brasil essas sociedades estão ocorrendo com grande freqüência. Algumas já estão consagradas, outras tímidas, mas acredito que isso será uma ação comum em tempos que a moda está na moda.

Curioso notar que muitos estilistas não são conhecidos do grande público e assinam produtos para marcas populares. A intenção, porém, é trazer um diferencial explícito ao produto, para leigos e escolados.

Os estilistas Isabela Capeto, Jum Nakao e o coletivo que assina hoje a Cavalera pintaram painéis removíveis para serem revezados na porta da geladeirinha de 80 litros, Brastemp Pla. E não é barata, custa em média R$ 1.500,00. Pelo mesmo preço é possível comprar refrigeradores comuns de marcas famosas. O produto está em destaque no site. Ano passado a marca de eletrodomésticos dividiu o espaço no Happy Bazar com UMA, Lucy in the Sky e A Mulher do Padre. O que ela fazia num espaço que reúne marcas de moda? Promovia sua coqueluche fashion oferecendo-a a preços mais convidativos.

A designer Isabela Capeto já assinou relógio que os compradores do shopping Morumbi ganhavam de brinde em época de Natal. Junto com a carioca estava seu companheiro de profissão Marcelo Sommer. Ele também já fez sua investida com outras marcas, entre elas a Melissa. Os sapatos de plástico ganharam salto fino na mão do designer.

A Melissa vem apostando em estilistas para renovar seus calçados, hoje assinam para a marca Amir Slama da Rosá Chá, Glória Coelho, Thais Gusmão e Alexandre Herchcovith, além deles, os Irmãos Campana e o egípcio Karim Rashid, que não são criadores de moda.

A jovem Thais Gusmão ficou famosa por suas calcinhas com estampas divertidas. No site oficial conta que além da Melissa ela também trabalha em parceria com a Johnson & Johnson, participando das estratégias de lançamento do absorvente Carefree, e com a marca de bebidas Freixent que aproveitou as lojas de underwear da estilista como ponto de venda para o seu champagne. Tudo, claro, devidamente customizado em embalagens especiais.

O campeão em associação de marca é Alexandre Herchcovitch. Além da Melissa, ele empresta seu nome e criatividade para roupa de cama da loja Zêlo, xícaras da Tok Stok, celulares Motorola, entre outros. No São Paulo Fashion Week ele promoveu duas novas parcerias: tinturas Koleston (Wella) e MC Donald’s. Para a lanchonete mais famosa do planeta ele fez um novo uniforme e desenhará uma camiseta cujo objetivo da venda é reverter os custos para a fundação Ronald Mc Donald que cuida de crianças com câncer. Além de sua própria marca ele também desenha para a Cori. Tem até uma loja que apresenta todos os produtos do estilista: http://www.herchcovitchloja.com.br/ .

A lista de parcerias de marcas de moda não para por aí: a Colcci fez roupas para a Coca-Cola; a Rosa Chá fez sacolas para o Pão de Açúcar. Lorenzo Merlino com a marca de rações Purina… Ao que tudo indica as marcas querem a novidade, a sofisticação, a renovação que a moda carrega junto com ela.

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Ainda dentro desse assunto tem os grandes estilistas desenhando para lojas populares, como Karl Largerfeld e Stella Mc Cartney para a rede sueca de lojas H&M; e em escala brasileira Walter Rodrigues e Raia de Goye fazendo o mesmo para a C&A. Porém, roupa com roupa fica para outra vez.

Imagens:

1 Campanha do Perfume Amber Nude

2 Painel Isabela Capeto para a Brastemp

3 Herchcovitch entre Melissas - http://www.bitsmag.com.br/conteudo/estilo/burburinho16.htm